APROVEITE O TEMPO


Há dois séculos acontecia um evento que impactaria diretamente a vida de todo ser humano, a chamada revolução industrial. Desde aqueles dias até hoje os indivíduos entraram em uma correria desenfreada em busca de conquistas e realizações financeiras e profissionais. É claro que muitos outros eventos também fizeram parte desta mudança social, todos eles culminando na transformação de uma sociedade mundial completamente frenética e sem tempo para nada.

Até bem pouco tempo o que mais se ouvia eram as pessoas dizem estar sem tempo para nada; que não poderiam parar por causa do trabalho, das contas a pagar, das coisas que não podem faltar em casa. Alguns, mais Workaholics, tinham dificuldades de parar até mesmo nos momentos de folga, levando trabalho para casa e “roubando” o tempo que seria da família.

Neste contexto os cônjuges, filhos, amigos, vida pessoal, etc. ficavam sempre em segundo plano. Era comum ouvir filhos reclamando que os pais não tinham tempo, que esposo (a) nunca dava atenção... Enfim, a vida corrida do dia a dia nos impedia de parar e aproveitar aquilo que mais importa: os relacionamentos.

A loucura de trabalho passou a ser tão grande que, a maioria, dizia não poder parar por causa das contas de casa, carro, padrão de vida, dentre outras coisas. Temos que trabalhar para dar uma vida melhor para a família. Porém, nunca desfrutaram de toda a conquista.
Até que, de repente, o mundo se depara com um vírus chamado Corona Vírus, mais tarde passaria a ser conhecido como Covid 19, e tudo muda. Quem não poderia deixar de trabalhar por nada no mundo agora tem tempo para ficar em casa. Nenhum palestrante, coach, treinador de empresas, mentor, psicólogo, dentre outros profissionais conseguiu atingir tantos Workaholics e conscientizá-los a ficar dentro de casa como esse tal de covid 19.

Um dia estávamos todos trabalhando, no outro estamos confinados e “obrigados” a aproveitar tudo aquilo pelo qual passamos tanto tempo trabalhando. Melhor, temos o tempo que nunca tínhamos para estar com as famílias; de dividir o sofá com os cônjuges; de brincar, dançar e pular com os filhos; de aproveitar aquilo que mais importa na vida, as pessoas.

É claro que em breve tudo voltará ao normal, o trabalho voltará a fazer parte do cotidiano. Mas ficará sempre uma lição para todos: é possível parar e aproveitar a família, os amigos e os relacionamentos; é totalmente possível tirar um tempo de qualidade para passarmos com as pessoas que amamos. Basta redefinirmos nossas prioridades, refazermos nossas agendas e valorizar as coisas que são mais importantes.

Se tem uma lição a ser tirada deste isolamento social é a de que podemos sim parar e aproveitar o tempo com as pessoas mais importantes das nossas vidas. Você não precisa de um novo corona vírus, ou isolamento social forçado para desfrutar momentos de intimidade e alegria com aqueles que ama. 

TRÊS CARACTERÍSTICAS DO PERSEVERANTE


Quando ainda estava com seus discípulos, Jesus deixou um dos textos mais emblemáticos da Bíblia, tendo como pano de fundo uma atitude primordial para o sucesso em qualquer área da vida. Segundo o Mestre, alcançará a salvação “aquele que perseverar até ao fim” (Mateus 24:13).

Ao falarmos de perseverança, precisamos atentar para pelo menos três características fundamentais de um perseverante:

1) PRIMEIRA CARACTERÍSTICA

A primeira delas é a constância. Uma pessoa constante é aquela que traça o seu objetivo e permanece nele, sem deixar que as tentações do caminho o desviem do seu foco. Sendo assim, o constante projeta, avalia, define e caminha em direção ao seu futuro, sem desviar do seu caminho.

2) SEGUNDA CARACTERÍSTICA

Esta característica nos leva a compreender a necessidade de permanecer firmes, que é a segunda marca de um perseverante. A firmeza aponta para segurança e estabilidade. Ambas são fundamentais para a realização do projeto. Um indivíduo firme é aquele que sabe para onde está indo e que permanece fiel ao propósito, mesmo diante de problemas e dificuldades.

3) TERCEIRA CARACTERÍSTICA

Por fim, temos o terceiro ponto, a pertinácia. O pertinaz é aquele que não se deixa levar pelas opiniões e desejos alheios, pois tem sua convicção pessoal e inabalável. Esta característica está intimamente ligada à construção de um hábito saudável, que levará a pessoa a alcançar o seu objetivo.

Diante destes pressupostos, é possível perceber que as orientações de Jesus quanto à perseverança tinham o propósito de orientar os discípulos a não se deixarem levar por nada que pudesse desviá-los do foco da sua salvação. Permanecer fiel é a melhor maneira de manter-se firme no caminho da salvação. 

OS URUBUS ESTÃO A SOLTA


Quem nunca viu um urubu sobrevoando áreas perto de sua casa? Estas aves de rapina se alimentam, basicamente, de animais em putrefação, frutas em estado de decomposição e, quando não encontram as duas primeiras, de pequenos animais como lagartixas, ratos e sapos.

No sentido figurado são pessoas que vivem da desgraça alheia; que se aproveitam de situações de calamidade para conseguir algum benefício próprio; que vivem agourando e azarando os outros para tirar proveito da situação.

É justamente neste sentido figurado que gostaria de falar e utilizar o tão famoso urubu, visto que estamos vivendo um momento difícil e de extrema sensibilidade. Basta um pequeno olhar e veremos os abutres sobrevoando a nossa nação. Todos com um único objetivo: o benefício próprio.

Nesse cenário quase apocalíptico temos “urubus” políticos (da esquerda e da direita); emissoras; youtubers; profissionais liberais; gente da alta e “gente comum”, todos querendo um espaço ao sol das suas próprias prioridades. São pessoas que se alimentam da desgraça alheia, da miséria e da simplicidade de muitos para satisfazer suas próprias necessidades.

Todos os profissionais ou pessoas são “urubus”? Claro que não! Então, quem são os “urubus”?

Urubus são aqueles que só criticam, acusam e denigrem, mas nunca mostram uma solução. São indivíduos que se colocam na posição de super-salvadores, mas que não salvam a ninguém e nem apresentam soluções que possam salvar. São acusadores que defendem ideais pessoais, visando lucro, posição, sucesso e realização individual, sem contar outros benefícios que vem junto. São inflamadores da multidão que colocam o “pau para quebrar” e depois saem de perto para que não respingue neles. São indivíduos que se aproveitam de situações de calamidade para apontar o dedo, porém sem mostrar a saída. São aqueles que amam ver o circo pegar fogo, mas não movem um dedo para apagar o incêndio e ainda criticam os que aparecem com um baldinho d´água para tentar apagar.
Os urubus estão em toda parte. Nesse momento de caos temos visto milhares deles: políticos, líderes religiosos, jornalistas, apresentadores, vendedores, diaristas... Enfim, centenas de pessoas de posição, cargos e trabalhos diferentes, todos tirando uma casquinha do momento de desgraça para beneficiar-se.

Vemos isto nos comentários jornalísticos daqueles que ficam horas falando da posição “a” ou “b”; nos políticos de situação e oposição; no comerciante se aproveitando do desespero e aumentando de forma absurda o álcool, o alimento, produtos de primeira necessidade; nos críticos da internet que só querem mais um seguidor. Estes são apenas alguns exemplos, é possível que você identifique muitos outros.

Então, o que fazer? Não perder o senso crítico, avaliar quem e o que está falando, buscar coerência entre discurso e vida, procurar saber o se a pessoa está falando e apresentando soluções efetivas ou apenas arrebentando com pessoas e insuflando o caos.

A verdade é que, neste momento, somos todos responsáveis. Sendo assim, todos possuem o dever agir buscando solucionar o problema, ao invés de ficar agredindo e atacando os outros.

NOSSO VERDADEIRO INIMIGO


Estamos em guerra, mas nossa luta não é contra carne nem sangue (contra pessoas).

Sendo assim, não temos que lutar contra nossos familiares, colegas de trabalho, vizinhos do bairro, estranho que passa na rua, motorista do outro carro, etc. Todos eles são pessoas normais, assim como nós, que ferem e são feridas. Quanto a isto, o propósito do inimigo é o mesmo: destruir a todos.

Segundo a Bíblia, este inimigo em comum odeia tudo que vem de Deus, onde se inclui o ser humano, que é a maior obra da criação. Desta forma, quando ele coloca uns contra os outros levantando brigas, discórdias, dissensões, porfias, dentre outras coisas, está apenas cumprindo com o propósito existencial que ele mesmo traçou para si.

Aqueles que estão em Cristo precisam compreender isto. Caso contrário, continuaremos tratando as pessoas como se fossem o alvo da nossa batalha, quando isto não passa de um engodo do maligno para desviar a nossa atenção do verdadeiro inimigo.

Volto a repetir, nossa luta não é contra carne nem sangue, não é contra pessoas. Mas sim, contra principados, potestades, príncipes das trevas, hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais.

Sabe aquela birra que você tem contra o seu vizinho; aquela mágoa de alguém; a resistência com algumas pessoas; as constantes discussões; a ojeriza contra outrem? Tudo isto na verdade não passa de uma ação do inimigo para destruir a mim, a você e aos nossos relacionamentos.

O propósito principal de Deus é que sejamos catalisadores do bem. A função do catalisador, em resumo, é transformar tudo aquilo que é Tóxico (ruim) em Inofensivo (bom). Somos luz do mundo e sal da terra. Nossa função é, como luz, dissipar as trevas. Como sal, precisamos fazer a diferença.

Portanto, te convido a não se deixar levar pelas circunstâncias do dia a dia e pelas afrontas do maligno, a tomar a sua posição como guerreiro de Deus e lutar contra as investidas de satanás contra sua vida e daqueles que estão a sua volta. Convoco-te a assumir a sua posição e começar a guerrear.

Mas pastor, já falhei nesta batalha! Então levante a cabeça e volte para a guerra!

Continuaremos posteriormente falando sobre as nossas armas para esta batalha...


FILOSOFANDO SOBRE O SABER DE HOJE X O SABER DE ONTEM


 Se eu soubesse tudo que sei hoje quando era mais jovem, não seria eu mais jovem, seria o eu de hoje vivendo no ontem, sem saber que estava preso a um fluxo temporal do passado, vivendo uma vida que já deveria estar existindo faz muito tempo.

Parece complicado, mas é só lembrar que muitas pessoas vivem presas a episódios traumáticos do ontem (isto não é uma crítica, mas uma análise). A vida que estão vivendo neste exato momento ainda está presa aquele episódio, por isto não conseguem viver o novo, pois quem lhes controla é o trauma. Todas as perspectivas, projetos e sonhos são controlados e direcionados pelo trauma.

Como mudar isto?

Pelo menos duas atitudes são imprescindíveis para a mudança:

1- Assuma a necessidade de cura e desejo de mudança.

Tal atitude envolve enfrentamento interno, é verdade. Contudo, conduzem a transformação pessoal.

2- Procure ajuda de um dos sete "P´s" (Pastor, psicólogo, psicanalista, psiquiatra, pais, professor, Philos – amigo em grego... Rsrsrs), pois existem coisas que precisam de alguém apoiando na caminhada.

Ninguém é de ferro, todos nós somos seres humanos, suscetíveis a problemas, medos, incertezas, inseguranças, dores, temores, etc. Às vezes, não se consegue vencer sozinho as lutas internas, mas com o apoio e ajuda de alguém a caminhada fica mais fácil.

Como disse certa vez o sábio: "Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só, como se aquentará?
E, se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa." (Eclesiastes 4:9-12).



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VOCÊ TAMBÉM PODE INOVAR


Ao abordar o tema inovação, principalmente dentro da igreja, é bem provável que muitos cristãos ainda tenham a mentalidade retrógrada de achar que estamos falando de algo completamente profano e, portanto, inadmissível no meio religioso. Principalmente, porque a maioria daqueles que questionam está preocupada a defender um ponto de vista, sem ao menos conhecer e compreender o outro.

A capacidade criativa é fruto de um dom divino, não é algo aleatório produto do acaso e de uma evolução natural ocorrida quase que sem querer. Nossa capacidade de pensar, inventar, reinventar, fazer e refazer foram projetadas e já faziam parte de todo o pacote chamado ser humano.

Perdoem-me os céticos, mas acho interessante como um ser tão inteligente, programado e capaz de criar tantas coisas revolucionárias credita ao acaso algo tão espetacular como a inteligência humana. Se pensarmos bem, seria como daqui a algumas décadas os revolucionários robôs, com toda a sua inteligência artificial, começassem a pensar que sua memória, capacidade de responder rapidamente as questões do dia a dia, seu raciocínio lógico e inteligência fosse fruto de uma inovação tecnológica ocorrida após a explosão de uma bomba atômica.

Assim como não seria possível uma máquina adquirir inteligência artificial sozinha, o ser humano também precisou de um “projetista” e criador. Alguém mais poderoso, criativo e inovador que pudesse determinar quais seriam as maiores e menores qualidades da sua criação.

Pensando a partir do ponto de vista criacionista, baseados na Bíblia e nos fundamentos deste grupo de pensadores, é impossível pensar em um ser humano fruto do acaso e com uma capacidade de inovar tão poderosa que não tenha por trás dele uma mente superior, criadora e também inovadora.

Somos nada mais do que uma réplica do Deus Criador. Assim como Ele é dotado da capacidade de fazer novas e grandes coisas, nós também somos, pois foi Ele mesmo quem idealizou o ser humano com a capacidade de replicar as suas características.

Portanto, inovar não é algo para alguns apenas. Todo indivíduo possui a capacidade de inovar. A diferença é que alguns possuem a fé para fazer grandes coisas e colocam em prática o fruto da sua imaginação. Outros, infelizmente, preferem ficar olhando os outros inovarem.

Você também pode inovar!




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SOMOS INTOLERANTES RELIGIOSOS!?


(O texto está grande, só continue lendo se tiver coragem... Rsrsrs)

Sim, somos intolerantes religiosos! As pessoas agridem a nossa fé; transformam nossos símbolos religiosos em vergonha; denigrem a imagem de nossos ícones; blasfemam contra nossas crenças; querem destruir nossos dogmas; nos caluniam; mentem e distorcem tudo aquilo que dizemos e depois ainda nos acusam de intolerância religiosa.

Sim, somos intolerantes religiosos, pois defendemos aquilo que acreditamos, pois expomos nossos ideais e não compartilhamos do pensamento deles. Sim, somos intolerantes religiosos. Afinal, não aceitamos a ideologia: política, ideológica, partidária, de gênero, etc.
Aliás, ideologia não está ligada a ideias? Ideias não são pensamentos? Não vivemos em um país com liberdade de expressão? Ah! É verdade! Só a liberdade de expressão quando se pensa igual a vocês! Pensar diferente é agredir a ideologia dos “senhores de engenho”, que fazem da sua própria ideologia uma máquina de poder e manipulação.

Ideologia, como dizia o poeta: “eu quero uma pra viver...”. E nessa estrada da vida pensar diferente não é agredir, nem ser preconceituoso. Mas, Sim, é verdade, somos intolerantes religiosos. Pensamos diferente!

O problema é que os diferentes de nós querem impor suas vontades; nos fazer engolir “goela a baixo” sua ideologia e se esquecem que ideologia é pensamento e pensar diferente é constitucional.

Nos taxam de intolerantes religiosos porque pensamos e dizemos que pensamos diferente. Mas quem vai para rua atacar e agredir o pensamento alheio são eles.

Deixo aqui a perguntam aos irmãos cristãos (católicos, evangélicos, etc): Se fôssemos nós, hipoteticamente, entrando na avenida com carros, fantasias e enredos luxuosos, denegrindo a imagem dos seus símbolos e das suas crenças, o que diriam eles? Se nós religiosos estivéssemos fazendo sátira em programas de auditório com seus ícones, o que diriam? E se, obrigássemos as suas crianças a exposição da nossa ideologia, como reagiriam.

Querem vituperar nossa fé e ainda esperam que fiquemos calados, estáticos e sem reação. Afinal, não passamos de Intolerantes Religiosos, dizem eles. Contudo, mesmo diante das afrontas, dos ataques e descrédito, continuamos confiando no Deus da nossa fé. Querem nos chamar de intolerantes? Fiquem a vontade! Nosso povo está acostumado a ser perseguido, humilhado e atacado. Não sucumbimos ao império romano, ao comunismo, ao nazismo e outras perseguições religiosas, não é agora que vamos ceder, muito menos retroceder.

Preferimos continuar sendo taxados de Intolerantes Religiosos por pensar diferente do que curvar-nos ao pensamento (ideologia), daqueles que querem tão somente destruir a nossa fé.

Somos contra quem quer viver a vida da sua maneira?

NÃO!

Nem Deus o é! Ele, sendo Todo Poderoso, deu a qualquer ser humano o livre arbítrio. Isto significa – sim, estou sendo redundante – direito de fazer as próprias escolhas.
E quanto aos nossos ideais (ideologia)? Continuamos pensando da mesma maneira e não vamos mudar.

Aqueles que convivem conosco sabem, não nos deixarão mentir, embora pensemos diferente, continuamos tratando a todos com respeito. Expressamos sim nosso modo diferente de pensar, mas respeitamos. Existem exagerados? Sim! Bem como em outros campos do pensamento (ideologia) humano.

Então, o ponto nefrálgico desta discussão? POLÍTICA!

Os defensores da liberdade ideológica estão pensando em política. Querem se eleger e se reeleger, utilizando da necessidade das pessoas para se autopromover...
Sim, somos intolerantes Religiosos, pensamos diferente, temos uma ideologia divergente! Se este for o nosso crime, estamos condenados, pois somos réus confessos.


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INOVAÇÃO, UMA FERRAMENTA DIVINA


Desde o início da criação, quando tudo ainda era o nada e o nada era tudo que existia, já é possível reconhecer o poder inovador de Deus. É verdade, muitos teimam em acreditar que a existência de todas as coisas tenha sido uma mera coincidência do acaso, uma grande explosão de onde se originou tudo que vemos hoje. Para estes, o resumo da história é um processo evolutivo que culminou com o aparecimento da humanidade.

Contudo, ao se atentar para os detalhes será possível perceber que o acaso tem nome: O grande “Eu Sou” (Êxodo 3:14) e também tem um endereço: “A Eternidade” (Isaias 57:15a). Segundo cremos, “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.” (João 1:3). Deus criou todo o universo, estabeleceu todos os limites, pensou em cada detalhe e criatura (Jó 38:01-41).

Toda a existência nada mais é do que a manifestação do poder inovador de Deus. O Criador de todas as coisas ensina que a inovação é uma ferramenta poderosa capaz de transformar, criar, restaurar toda a existência. Talvez por este mesmo motivo, tenha criado o ser humano com a mesma capacidade de inovação que Ele.

Inovar é colocar em prática as ferramentas divinas. Ela já foi projetada e inserida na humanidade. Desde a tenra idade é possível perceber o quanto o indivíduo é capaz de inovar. Seja para movimentos básicos, como o andar, ou para atitudes mais complexas, como fugir de uma situação difícil ou resolver um problema.

O ser humano é inovador por natureza. Ele fora criado desta forma para que possa representar o seu Criador na terra. A inovação nada mais é do que uma ferramenta capaz de construir novas possibilidades. Desta forma, é imprescindível saber utilizá-la com sabedoria.


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A IMPORTÂNCIA DE UMA BOA ESTRATÉGIA PARA ALCANÇAR OS OBJETIVOS


É bem possível que algumas pessoas “espiritualizadas” demais estejam se perguntando o porquê falarmos sobre estratégia nesta revista, visto que somos cristãos e este é um termo basicamente militar. O que é verdade, pois o conceito referente ao termo se origina, justamente, nos campos de batalha e na vida dinâmica de um exército.

Contudo, quando analisamos o contexto, podemos perceber que montar uma estratégia não é apenas uma questão militar. Afinal, em todas as áreas da vida é possível encontrar maneiras de se chegar a um objetivo, ou seja, de montar uma estratégia para atingir um alvo determinado.

Podemos tomar como exemplo um agricultor que passa horas analisando o terreno, até concluir qual melhor produto será plantado, como irá lavrar a terra, qual a profundidade de plantio das sementes, o tempo de rega, etc. Tudo isto, na verdade, não passa de uma formação de estratégia para que tenha uma excelente colheita.

Todos os profissionais, independente de onde atuem, precisam estabelecer estratégias para alcançar seus objetivos. Seja um professor, um empresário, um pedreiro, um arquiteto, um pastor... Todos dependem estar abertos a trabalhar para estabelecer estratégias eficazes que lhes permita alcançar as suas metas.

Analisando as Escrituras Sagradas perceberemos que o próprio Deus é o criador de toda estratégia. Em tudo podemos ver o grande Yahweh Sabaoth (Senhor dos Exércitos) formulando estratégias poderosas para atingir seus objetivos. Ele é tão detalhista que pensa no material espiritual, físico e humano necessário para determinar os seus passos em cada situação.

Desta forma, necessitamos deixar de lado o preconceito e começarmos a pensar na necessidade de estabelecer estratégias poderosas para que possamos alcançar os propósitos preestabelecidos. Na vida ou na guerra vencem aqueles que compreendem o quão importante é saber formular estratégias que nos permitam atingir as metas.

Toda estratégia é importante, pois estabelece uma visão panorâmica de todas as ações necessárias, abre as portas das possibilidades e permite que tenhamos uma visão clara e objetiva das metas a serem atingidas.

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ESTRATÉGIAS PARA UM NOVO ANO


Todo início de ano é a mesma coisa, milhões de pessoas em todas as partes do mundo fazem dezenas de planos para o novo ano que se inicia. Este já é um rito de passagem tradicional e muito importante. Entretanto, na prática o que vemos são promessas que nunca serão cumpridas.

Seja uma dieta que nunca se iniciará; a mudança de emprego; transformação no modo de vida; troca de carro; a casa nova; um casamento, etc. Todos os anos estas e muitas outras promessas vão ficando para trás.

Pior do que isso, já se tornou tão tradicional fazê-las que as pessoas nem se preocupam mais com o fato de cumprir ou não as promessas feitas a si mesmo. Estas atitudes apontam para a falta de comprometimento pessoal e falta de foco com suas próprias expectativas de vida.

A verdade é que para cumprir as metas estabelecidas no início do ano é fundamental armar uma estratégia eficaz, que priorize a realização dos projetos e guiam o indivíduo em suas ações diárias. Não é apenas colocar no papel, mas estabelecer um padrão de atitudes que lhe levará a alcançar os objetivos.

O problema é que a maioria perde o foco rápido demais. Na primeira dificuldade, no primeiro obstáculo, deixam-se abater e acabam perdendo a visão das suas metas. Ninguém consegue realizar algo sem manter o foco naquilo que projetou.

Outra atitude importante é a necessidade de manter o compromisso pessoal. Quando se traça uma meta pessoal o compromisso não é com mais ninguém, a não ser consigo. Deixar de cumprir com um objetivo é dizer para si que não está nem aí para nada.

Por isto, torna-se indispensável criar uma estratégia para não perder a visão das promessas. Colocar todos os projetos em um papel, estabelecer datas e como poderá alcançar os objetivos irá ajudar, e muito, na realização e conquista dos objetivos.

Dessa forma, mantenha o compromisso pessoal e busque intensamente a realização das suas metas. Afinal, a realização de cada uma delas trará a sensação de dever cumprido e o sentimento de gratidão pessoal.






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RESPEITO É BOM E TODOS GOSTAM

 Creio que todo indivíduo tenha em sua memória frases marcantes em sua história. Elas surgem de forma natural, no cotidiano e na criação e estarão ali por toda a vida. Algumas trarão lembranças boas, outras não tão agradáveis e, há ainda aquelas que produzirão reflexão ou risos solitários.

Em meio a essas lembranças é que começou a surgir este artigo, visto que ao pensar sobre o que iria escrever a primeira memória afetiva a vir à mente foi de quando ainda éramos crianças e a minha mãe dizendo: “RESPEITO É BOM E EU GOSTO!”. Quantas vezes eu e meus irmãos ouvimos esta frase? Aliás, lembro-me do rosto e dos gestos como se ainda fosse hoje.

Agora, o mais importante de todas estas lembranças não é a frase em si, muito menos a expressão facial ou corporal da "Dn. Liúba" (forma carinhosa e implicante do meu irmão mais novo chamar nossa mãe), mas o princípio estabelecido nela.  Afinal, toda palavra materno/paterno tem em si mesmo um ensinamento que se tornará um fundamento.

Meus pais sempre me ensinaram que a base de todo relacionamento é o respeito. Se queremos ser respeitados por alguém, devemos primeiro respeitar o outro. A minha infância foi marcada por estas palavras, ditas constantemente em todos os momentos, inclusive dentro de casa.

Mais do que isto, meus pais sempre foram pessoas respeitosas, que sabiam como tratar os outros e ensinaram com suas vidas que as palavras deveriam ser vividas. Desta forma, respeito não era bom apenas para eles, mas para todos.

Este é um princípio muito esquecido nos últimos dias. Principalmente, porque as pessoas querem ser respeitadas, mas não querem respeitar os outros; querem ser aceitas, mas caminham rejeitando os direitos alheios. A máxima vista atualmente é a do individualismo.

Neste contexto é importante lembrar as Palavras de Jesus dizendo: “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas.” (Mateus 7:12).

Que nossas vidas sejam pautadas pela frase: RESPEITO É BOM E TODOS GOSTAM!



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