COMPROMISSO, UMA QUESTÃO DE VALORIZAÇÃO


Vivemos em um tempo em que as evoluções acontecem muito rápidas. O celular de hoje já está ultrapassado, precisando trocar; a roupa que era da moda, agora faz parte da coleção passada; “marido/esposa é igual biscoito, vai um vem dezoito”. Estes são apenas alguns casos de como estamos perdendo a noção do valor de todas as coisas.

É possível que você leitor, ao ler esta introdução, diga que estou sendo saudosista; que tudo muda; que as coisas realmente evoluem; que tudo isso faz parte da nova geração e blá, blá, blá... Contudo, não estamos falando contra a evolução tecnológica, mas a falta de compreensão do quanto devemos valorizar aquilo que temos.

O que observamos no dia a dia são pessoas completamente alienadas, perdidas em suas buscas e frustrações por nunca conseguirem atingir seus objetivos. Afinal, o grande objeto de desejo de ontem já não tem mais valor, pois surgiu algo novo agora.
Pior é quando está busca deixa o campo dos objetos e passa a ser perseguida na área dos relacionamentos. Nesse caso, as pessoas ao redor só possuem valor em quando proporcionam algum tipo de benefício pessoal, do contrário, tornam-se tão descartáveis quanto qualquer outro objeto.

Neste contexto, é impossível falar de compromisso e deixar de tocar na questão da valorização. Afinal, ter compromisso com alguém traz em seu âmago à condição sine qua non de valorizar aquilo a qual está assumindo um compromisso. Desta forma, não é possível que alguém diga ter responsabilidade com algo e ao mesmo tempo tome atitudes capazes de desvalorizar o objeto do seu compromisso.

Certa vez Jesus disse: “Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus.” (Lucas 9:62). Lançar mão do arado é assumir o compromisso com uma determinada tarefa ou pessoa, enquanto olhar para trás tem o sentido de desvalorizar aquilo com o qual se comprometeu a fazer. Pessoas que não cumprem com sua palavra não são merecedoras das recompensas.

Ter compromisso é valorizar o alvo do seu comprometimento. Isso inclui os relacionamentos interpessoais, o trabalho, a família, os relacionamentos, Deus e tudo que esteja relacionado a qualquer um destes fatores.




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