A GRITANTE NECESSIDADE DO COMPROMISSO


Estamos vivendo uma época onde a informação tem ficado cada vez mais rápida. Junto a isto temos vários outros desdobramentos que acarretam novas responsabilidades ao ser humano, seja na vida profissional, familiar, religiosa, política, etc. É como se diariamente as exigências se multiplicassem, impelindo o indivíduo a analisar cuidadosamente sua posição constantemente.

Neste contexto, em todas as áreas de atuação do ser humano, torna-se indispensável um posicionamento, visando atender a demanda e cobrança externa. Dentre as várias atitudes esperadas – e poderíamos citar muitas – está o compromisso.

A sociedade nunca se preocupou tanto com esta atitude como na atualidade. Não que fosse menos importante para outras gerações, mas por causa da gritante falta de compromisso da maioria na modernidade.

Em vários setores, quando pesquisamos sobre quais são os maiores problemas encontrados atualmente e que impedem um pleno desenvolvimento das pessoas em suas áreas de atuação, a falta de compromisso está sempre entre os primeiros quesitos ausentes.

O problema não é exclusividade no âmbito profissional, mas se estende para outros campos da vida humana e atingem de forma avassaladora a produtividade individual e coletiva. Dentre os vários setores onde a falta de compromisso para ser evidente podemos citar, além do profissional, a própria família. Quantos cônjuges, pais, filhos, professores vêm reclamando da falta de compromisso dos membros da casa?

Os líderes religiosos também têm sofrido com este problema, pois na época atual parece que as pessoas só estão engajadas quando recebem alguma coisa em troca, sem se envolver mais profundamente com as questões religiosas e abandonando as tarefas pela metade quando encontram alguma dificuldade.

O que dizer dos professores? Que além de experimentarem a desagradável experiência de conviver com alunos descompromissados, ainda precisam lidar com a falta de educação, violência, falta de respeito... Em fim, um incontável número de desafios diários, oriundos de uma geração de pais e filhos sem compromisso.

Precisamos compreender que o descompromisso não é apenas uma questão de falta de desejo, mas um abandono de práticas fundamentais para a realização com excelência das tarefas do dia a dia, podendo prejudicar a pessoa e a todos a sua volta.

É indispensável que profissionais, pais, estudantes, etc., compreendam a necessidade de estar comprometido com suas tarefas e projetos, pois somente desta forma poderemos apresentar trabalhos de qualidade e com toda a excelência.






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COMPROMISSO, UMA QUESTÃO DE VALORIZAÇÃO


Vivemos em um tempo em que as evoluções acontecem muito rápidas. O celular de hoje já está ultrapassado, precisando trocar; a roupa que era da moda, agora faz parte da coleção passada; “marido/esposa é igual biscoito, vai um vem dezoito”. Estes são apenas alguns casos de como estamos perdendo a noção do valor de todas as coisas.

É possível que você leitor, ao ler esta introdução, diga que estou sendo saudosista; que tudo muda; que as coisas realmente evoluem; que tudo isso faz parte da nova geração e blá, blá, blá... Contudo, não estamos falando contra a evolução tecnológica, mas a falta de compreensão do quanto devemos valorizar aquilo que temos.

O que observamos no dia a dia são pessoas completamente alienadas, perdidas em suas buscas e frustrações por nunca conseguirem atingir seus objetivos. Afinal, o grande objeto de desejo de ontem já não tem mais valor, pois surgiu algo novo agora.
Pior é quando está busca deixa o campo dos objetos e passa a ser perseguida na área dos relacionamentos. Nesse caso, as pessoas ao redor só possuem valor em quando proporcionam algum tipo de benefício pessoal, do contrário, tornam-se tão descartáveis quanto qualquer outro objeto.

Neste contexto, é impossível falar de compromisso e deixar de tocar na questão da valorização. Afinal, ter compromisso com alguém traz em seu âmago à condição sine qua non de valorizar aquilo a qual está assumindo um compromisso. Desta forma, não é possível que alguém diga ter responsabilidade com algo e ao mesmo tempo tome atitudes capazes de desvalorizar o objeto do seu compromisso.

Certa vez Jesus disse: “Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus.” (Lucas 9:62). Lançar mão do arado é assumir o compromisso com uma determinada tarefa ou pessoa, enquanto olhar para trás tem o sentido de desvalorizar aquilo com o qual se comprometeu a fazer. Pessoas que não cumprem com sua palavra não são merecedoras das recompensas.

Ter compromisso é valorizar o alvo do seu comprometimento. Isso inclui os relacionamentos interpessoais, o trabalho, a família, os relacionamentos, Deus e tudo que esteja relacionado a qualquer um destes fatores.




JOSÉ, UM HOMEM DE COMPROMISSO


Há alguns dias, durante o devocional, mais uma vez me deparei com um dos homens mais importantes da história, mas, ao mesmo tempo, injustiçado e esquecido pela grande maioria. Contudo, todo projeto da salvação poderia ter sido inutilizado ou atrasado dependendo da sua atitude. Trata-se de José, filho de Jacó, pai do salvador Jesus.

É indiscutível que Maria tenha sido uma das maiores mulheres da história. Sua coragem, dedicação, abnegação, fé, amor, fidelidade a Deus, dentre outras características são modelos para todas as gerações. Contudo, se pensarmos na época, José foi a autoridade divina escolhida por Deus para cumprir o seu projeto salvador.

Deus não precisava apenas de uma matriarca, pois sozinha ela não tinha voz. Ele precisa de um patriarca a altura, alguém capaz de assumir sua posição como pai, marido e adorador. O Senhor precisava de um homem compromissado, com intimidade, capaz de encarar o preconceito e ser o cabeça da sua família.

Nas páginas das Escrituras, no início dos evangelhos, encontramos este homem. Segundo os relatos, era um homem fiel, temente a Deus, honrado e que tinha intimidade com Deus. Se analisarmos bem, Deus aparece a Maria, entrega-lhe a missão de ser mão do Messias, mas depois toda a história se baseia na confirmação da escolha através de José.

O pai terreno de Jesus não era apenas um carpinteiro, mas um profeta que sabia ouvir a voz de Deus e obedecê-la. Quando Maria se encontrou grávida, ele ouvi do Senhor a confirmação dos fatos; quando perto do nascimento do menino, ele se muda para o local onde ele deveria nascer; quando os magos vão embora, José tem a revelação de mudança para o Egito; após a morte de Herodes, seu coração mais uma vez ouve a voz divina e volta para Israel.

José foi um homem que soube ouvir e obedecer à voz divina, compromissado com a sua missão, mesmo que esta o confrontasse em relação a sua vontade. Ele foi um modelo de como honrar o seu compromisso com o Deus, com a família e com a humanidade e com o propósito divino para a sua vida.




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