02 fevereiro 2019

ESPERANÇA PARA O FUTURO


O mundo tende a olhar para nós cristãos com certa ironia, aquele velho ar de deboche e muita desconfiança. Tudo por causa da crença de que não somos meros mortais esperando o momento de deixar esta breve existência, mas filhos convictos de um Deus poderoso, que nos prometeu uma morada eterna.

Quando olhamos para os noticiários e manchetes de jornal, sejam eles online ou impressos, temos a sensação de que estamos vivendo uma era onde as pessoas perderam, completamente, a esperança em relação ao seu futuro. É como se, por mais evoluções que estejamos vivenciando acontecer, o medo e a incerteza permeiem seus pensamentos.

Pior ainda, quando observamos a constante busca por respostas: de onde viemos? Quem somos? Para onde estamos indo? Questionamentos como estes têm levado um número incontável de indivíduos a procurarem uma resposta em diversos meios diferentes (ciência, religião, esoterismo, astrologia, etc.).
Isto sem contar um número ainda maior que tem apoiado suas expectativas em coisas efêmeras, perdendo a maior parte do seu tempo na tentativa de suprir suas carências físicas, emocionais e espirituais em coisas que não lhes trará benefícios a longo prazo.

Contudo, no fundo, todos estão à procura da mesma coisa, algo que possa lhes dar uma verdadeira direção em relação ao seu futuro. O dinheiro, os bens, o poder, etc., são apenas tentativas frustradas de saciar a verdadeira sede da alma. O que não percebem é o quanto têm perdido o foco daquilo que realmente importa: a eternidade.

Isto me fez lembrar um episódio da vida do nosso Senhor Jesus em que, ao perceber o sentimento de desesperança dos discípulos em relação ao futuro, lhes transmite um ensinamento poderoso que regeria toda a história de suas vidas e das gerações futuras de novos discípulos:

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.” (João 14:1-3).

A certeza de que Jesus irá voltar não é apenas uma simples crença, um dogma da igreja cristã, ela é o que nos motiva, nosso norte, nossa convicção de que haverá um lugar onde poderemos morar. Mas, acima de tudo, nela está a certeza do cumprimento da promessa do nosso Senhor e Rei, Jesus.

Este é o motivo pela qual o mundo nos chama de alienados, pois cremos na volta de Jesus, nas nuvens do céu, e na sua promessa de uma morada eterna. Nesta certeza nos movemos, trabalhamos e vivemos.




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