21 março 2019

O CARÁTER DE CRISTO EM NÓS


Falar de caráter pode parecer algo desnecessário, principalmente quando o acesso a informação está mais fácil do que nunca. Ninguém precisa passar décadas dentro de uma sala de aula, estudar filosofia, sociologia, teologia, etc. para compreender os meandros do significado da palavra caráter.

Somos familiarizados com os significados desta palavra desde pequenos, quando começamos a ouvir pais e responsáveis dizendo que devemos ter um bom caráter. Crescemos sendo modelados a exercitar habilidades determinantes de alguém que seja, reconhecidamente, um bom caráter.

Em linhas gerais, basta a pessoa ser boa pagadora; não viver envolvida em confusões, brigas discórdias; procurar obedecer todas as regras e caminhar de forma justa e honesta para ser reconhecida como uma pessoa de boa índole.

Contudo, quando olhamos as coisas a partir da perspectiva divina, tendo a Bíblia como base para algo ainda maior, para algo superior, compreendemos que o caráter cristão está acima do caráter natural. Qualquer ser humano pode fazer coisas boas e ser reconhecido por elas, mas só quem recebeu o caráter de Cristo, através da experiência do novo nascimento, pode manifestar as características de fundamentais de um discípulos de Jesus.

Em síntese, o discípulo de Jesus cumpre todas os requisitos para se ter um bom caráter aos olhos humanos, mas supera as expectativas ao caminhar de acordo com a vontade de Deus, revelada através das Sagradas Escrituras. O caráter Cristão não é algo natural, mas espiritual.

A única forma de manifestá-lo é através do reconhecimento de Jesus Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas. Quando isto acontece passamos a ser direcionados pelo Espírito Santo e aprendemos como agir e falar de acordo com a vontade do Pai.

Isto implica em não andar mais segundo nossas próprias vontades carnais, mas buscando, incessantemente, ser o mais parecidos com Cristo possível. “Sede meus imitadores, como também eu de Cristo.” (1 Coríntios 11: 1).

É possível que alguns questionem dizendo não ser possível ser perfeitos como Jesus. Entretanto, quem disse que seríamos perfeitos? Buscar ser iguais a Cristo é uma atitude diária e que só será possível em sua plenitude quando Ele voltar para buscar a sua igreja.

Enquanto isto, seguimos como o apóstolo Paulo, “Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também alcançado por Cristo Jesus.” (Filipenses 3:12).



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20 março 2019

O CARÁTER QUE O MUNDO ESPERA


Lembro-me de um episódio ocorrido na minha adolescência, estava reunido com os colegas do bairro, esperando o pessoal chegar para mais uma partida épica de futebol, daquelas que só tem horário para começar e ninguém sabe que horas irá terminar. Em determinado momento da longa espera pelos atrasados, um dos nossos amigos olha para mim e diz:

─ “Mas agora você não é crente? Por que está de bermuda?”.
A pergunta fora feita pouco depois de minha conversão, ainda não estava muito habituado com as coisas da igreja e, como alguns podem ter se espantado, pois hoje se usa bermuda até no púlpito, naquela época até os não crentes achavam estranho um crente utilizar bermuda. E olhe que não faz tanto tempo assim.

Recordo-me de ter dado um sorriso e respondido algo do tipo: usar bermuda não é pecado, mas o que tinha que mudar seriam minhas atitudes... Um colega disse que não tinha nada haver aquele questionamento; o outro falou de como as coisas tinham mudado e o colega da pergunta deu um sorriso como se tivesse entendido e continuamos a espera de outros colegas falando sobre ostras coisas.

Até hoje penso naquele momento, pois quando fui para casa fiquei pensando em como nos tornamos referência para aqueles que estão a nossa volta. É claro que continuo acreditando não ser pecado usar uma bermuda, mas tenho ainda mais forte em meu coração o quão importantes são nossas atitudes.

Isto porque, elas são a manifestação do nosso caráter. A maneira como agimos e reagimos é a forma como o mundo nos vê. É a manifestação física do no caráter cristão. Por este motivo necessitamos estar sempre vigilantes, para que venhamos resplandecer a luz de Cristo e outros sejam alcançados por Jesus.

Se tem uma coisa que aprendi naquele dia é o quanto o mundo olha para nós e espera que sejamos diferentes. Por mais que nos critiquem; que nos ridicularizem; que nos chamem de quadrado, etc. Eles continuam esperando que manifestemos o caráter de Cristo em nossas ações. O mundo não quer que sejamos iguais a eles, o verdadeiro clamor dos corações é que sejamos diferentes, pois é justamente isto que lhes dá esperança.

Vejo centenas de cristãos, novos e antigos, buscando uma maneira de se parecerem com as pessoas do mundo, justificando-se com o argumento de que é para alcançá-los e convertê-los. Mas, não percebem que o verdadeiro desejo das pessoas é olhar e ver aquele crente quadrado que lhes dá segurança, esperança e fé.



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02 fevereiro 2019

ESPERANÇA PARA O FUTURO


O mundo tende a olhar para nós cristãos com certa ironia, aquele velho ar de deboche e muita desconfiança. Tudo por causa da crença de que não somos meros mortais esperando o momento de deixar esta breve existência, mas filhos convictos de um Deus poderoso, que nos prometeu uma morada eterna.

Quando olhamos para os noticiários e manchetes de jornal, sejam eles online ou impressos, temos a sensação de que estamos vivendo uma era onde as pessoas perderam, completamente, a esperança em relação ao seu futuro. É como se, por mais evoluções que estejamos vivenciando acontecer, o medo e a incerteza permeiem seus pensamentos.

Pior ainda, quando observamos a constante busca por respostas: de onde viemos? Quem somos? Para onde estamos indo? Questionamentos como estes têm levado um número incontável de indivíduos a procurarem uma resposta em diversos meios diferentes (ciência, religião, esoterismo, astrologia, etc.).
Isto sem contar um número ainda maior que tem apoiado suas expectativas em coisas efêmeras, perdendo a maior parte do seu tempo na tentativa de suprir suas carências físicas, emocionais e espirituais em coisas que não lhes trará benefícios a longo prazo.

Contudo, no fundo, todos estão à procura da mesma coisa, algo que possa lhes dar uma verdadeira direção em relação ao seu futuro. O dinheiro, os bens, o poder, etc., são apenas tentativas frustradas de saciar a verdadeira sede da alma. O que não percebem é o quanto têm perdido o foco daquilo que realmente importa: a eternidade.

Isto me fez lembrar um episódio da vida do nosso Senhor Jesus em que, ao perceber o sentimento de desesperança dos discípulos em relação ao futuro, lhes transmite um ensinamento poderoso que regeria toda a história de suas vidas e das gerações futuras de novos discípulos:

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.” (João 14:1-3).

A certeza de que Jesus irá voltar não é apenas uma simples crença, um dogma da igreja cristã, ela é o que nos motiva, nosso norte, nossa convicção de que haverá um lugar onde poderemos morar. Mas, acima de tudo, nela está a certeza do cumprimento da promessa do nosso Senhor e Rei, Jesus.

Este é o motivo pela qual o mundo nos chama de alienados, pois cremos na volta de Jesus, nas nuvens do céu, e na sua promessa de uma morada eterna. Nesta certeza nos movemos, trabalhamos e vivemos.




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01 fevereiro 2019

A MAIOR EXPECTATIVA CRISTÃ


A expectativa da volta de Jesus permeia toda a experiência da vida cristã. Esta é uma esperança viva que determina o nível de relacionamento, entrega e fé de cada discípulo de Cristo.

Isto porque, não é possível acreditar apenas na morte e ressurreição de Jesus e ignorar o fato de que um dia Ele voltará para buscar a sua igreja. Este último evento faz parte de uma promessa que o Mestre fizera aos seus discípulos quando ainda estava vivo.

Desta forma, crer em Jesus implica, impreterivelmente, em crer no seu retorno nas nuvens do céu. Não somente isto, mas também ter fé na promessa de um novo lar.
Esta é nossa maior esperança; nela nos movemos e sobre ela pregamos.

Seguindo os ensinamentos dos apóstolos, cremos que Deus enviou seu filho unigênito para salvar o mundo; este fora morto pelos nossos pecados, reconciliando-nos com Deus; ao terceiro dia, o mesmo Jesus ressuscitou dos mortos e hoje vive a destra de Deus Pai, aguardando o dia do seu retorno para buscar a sua igreja, a qual fazemos parte.

Por este motivo, arde em nosso coração o mesmo sentimento dos apóstolos do primeiro século: o retorno de Jesus Cristo para buscar a igreja. Juntos, unimos nosso clamor as orações dos cristãos antes de nós, que ecoam pelos séculos, até o trono de Deus e dizem: 

“Maranata! Ora vem Senhor Jesus!”




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31 janeiro 2019

DIA DOS FILHOS


Gosto de comemorar o dia dos filhos!

Aliás, faço isto todos os dias! Fico contando as horas para chegar em casa na hora do almoço e encontrar minha pequena.

Tem dias que ela me recebe com um sorriso; outros se escondendo e rindo esperando que vá procurá-la; alguns ela nem quer falar comigo, o que respeito, pois existem momentos que também não quero falar com ninguém.

Gosto de no dia a dia dos filhos deixá-la na escola, mesmo quando não ganho nem um beijo de despedida e a vejo entrando na sala de aula sem nem olhar para trás. Fico contando as horas, minutos e segundos para poder pegá-la no colégio e irmos juntos para casa.

Isto sem contar aqueles momentos maravilhosos das brincadeiras, dos abraços, dos sorrisos e peripécias do dia a dia dos filhos.

Nos nossos dia a dia tem de tudo e cada segundo junto é extremamente importante. Até mesmo quando nos arrumamos, felizes da vida, para tirar aquela linda foto em família e a criança fica emburrada, com a mão na boca e o olhar para longe das câmeras.

Ah! O dia a dia dos filhos... Repletos de alegria, de prazer, de birras e pirraças, mas são nossos filhos e não existem momentos mais maravilhosos do que estar com eles todos os dias.

Faltam-me palavras para dizer o quanto é maravilhoso cada dia a dia dos filhos...


30 janeiro 2019

(RE) APRENDENDO COM AS CRIANÇAS


Quando ficamos “adultos demais”, e nos esquecemos da importância de sermos criança, Deus nos presenteia com filhos, só para nos lembrar que ainda precisamos ter a alegria, a sinceridade, a pureza, o carinho, o amor... As qualidades de uma criança. Essa é a maneira divina de ressuscitar a criança escondida em cada um de nós!

Infelizmente, muitos preferem permanecer com o coração endurecido, perdendo a oportunidade de desfrutar da plenitude dos relacionamentos e dos aprendizados que surgem através da simples observação das atitudes e escolhas de uma criança.

Por exemplo, elas são amáveis, mas nunca insinceras. Não têm qualquer dificuldade em concordar ou discordar de alguém. Pelo contrário, são extremamente transparentes e dizem aquilo que pensam.

Pautam suas escolhas em desejos puros e verdadeiros, sem meias palavras e completamente comprometidas com seus projetos (brincadeiras). Vivem sem desperdiçar o tempo, aproveitam cada segundo da vida como se fosse o último; são intensas em tudo que fazem e buscam seus objetivos sem se preocupar com a opinião dos demais. É claro, uma criança ainda não possui a noção do certo ou errado, mas o que podemos aprender é a permanecer fieis ao propósito, persistência e resiliência.

Sabe o que nos impede de observar estas coisas e reaprender? Uma coisa chamada orgulho!

Infelizmente, tendemos a achar que somos experientes demais para continuar aprendendo. Principalmente, quando se trata de aprender com aqueles que achamos serem “inferiores” em conhecimento.

Contudo, se tivermos a humildade de olhar para a beleza, simplicidade e leveza das crianças, com certeza, conseguiremos adquirir grandes aprendizados. Ou seria melhor dizer readquirir?

De qualquer forma, pense sobre isto!




15 janeiro 2019

A BASE DA FÉ


A fé não é baseada em sentimentos, pois estes podem variar de acordo com as circunstâncias. Também não é fundamentada na razão, pois esta trilha os caminhos da lógica. A fé tem como foco principal Deus, que age além do sobrenatural.

Então o que fazer, ignorar sentimento e razão? De forma alguma! Todavia, precisamos nos lembrar sempre que os dois nos ligam ao mundo natural e são indispensáveis para uma vida humana saudável. Porém, o ser humano carrega em seu interior a semente divina, sendo assim um ser espiritual, e “as coisas espirituais só podem ser discernidas espiritualmente.” (1 Coríntios 2: 14).

A fé nos faz ver coisas que são desprezadas pela razão e ignoradas pelos sentimentos. Através dela conseguimos olhar além do que os olhos naturais podem ver e projetar, no mundo espiritual, coisas antes nem imaginadas no mundo físico.

Razão e sentimentos tocam corações e mentes, mas a fé opera no mundo dos milagres, no sobrenatural, nos levando a crer que é possível, mesmo quando tudo diz que não.

Como viver em fé? “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé [...]” (Hebreus 2: 2ª).




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06 janeiro 2019

PERDOAR, UMA ATITUDE A SER COLOCADA EM PRÁTICA


Todo relacionamento passa por algum tipo de dificuldade. Esta pode ser motivada por uma atitude inaceitável, uma palavra dita na hora errada, uma escolha mal feita, divergências de pensamentos ou pela simples expectativa não correspondida.

A verdade é que, na maioria das vezes, aquilo que gerou a discórdia no relacionamento é tão insignificante que quem cometeu pode nem perceber que fez algo de errado. Só quando o outro denuncia é que irá notar a possível falha.

O pior ocorre quando a parte ofendida decide guardar a ofensa. Nestes casos, o problema pode perdurar por dias, meses e anos, mas um dia virá à tona, produzindo novos problemas, discórdias e, consequentemente, uma vida emocional destruída.

O segredo para manter uma vida emocional saudável e relacionamentos harmoniosos está, justamente, na capacidade individual de resolver os problemas internos, antes que eles se transformem em “monstros” pessoais.

Talvez por isto o apóstolo Paulo tenha ensinado aos cristãos em Éfeso a não deixarem “o sol se pôr sobre a vossa ira.” (Efésios 4:26). Afinal, quando se alimenta sentimentos tóxicos é como dar comida para um urso faminto e fortalecê-lo.

Problemas de relacionamento devem ser resolvidos, não protelados. Isto não significa “vomitar” tudo que está sentindo, como se o outro fosse o único responsável pelo problema. Mas, compreender que existe a possibilidade, inclusive, de não ser a única pessoa na relação se sentindo mal com a situação.

Na maioria dos casos, a outra parte também está se sentindo ferida, pois em um conflito de interesses ambas as partes fazem e falam coisas que atacam e agridem o outro também. A verdade é que ninguém é perfeito. Todos ferem e são feridos; falam e escutam o que não deveriam; atacam e são atacados; sentem-se ofendidos, mas também ofendem.

Em contra partida, todos também são responsáveis por atitudes de reconciliação; por amar nos momentos de dificuldade; por perdoar e pedir perdão em caso de ofensa; por deixar o orgulho de lado e agir com humildade; por atos de misericórdia, etc.

É justamente nos conflitos que precisamos aprender a exercer o verdadeiro sentido de algumas palavras. Por exemplo, quando aprendemos o significado do verbo perdoar, compreendemos que os erros dos outros são apenas oportunidades para que possamos exercer a atitude de perdoar.

As circunstâncias da vida são apenas ferramentas divinas para trabalhar em nosso caráter e nos ensinar a viver a plenitude da sua vontade em nós. As pessoas que Ele coloca ao nosso redor estão ali para nos ajudar nesta tarefa de transformação, bem como também somos instrumentos divinos para ajudá-las a crescer.



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04 janeiro 2019

APRENDENDO NOVAS ATITUDES EM MEIO AS ADVERSIDADES


A vida é feita de relacionamentos, estes são motivados por encontros, onde expressamos sentimentos e, com altíssimas possibilidades, tais encontros podem ser marcados por discordâncias. Afinal, em um relacionamento existem, pelo menos, duas pessoas pensando e desejando coisas completamente diferentes.

Mesmo aqueles que decidiram, por algum motivo, caminhar sozinhos, em algum momento terão que se relacionar com alguém. Seja para realizar uma compra, receber uma carta, pagar uma conta, etc.

Nesta dinâmica social de encontros, reencontros e desencontros é possível que as pessoas cometam deslizes que levarão o outro a sentir-se ofendido. Quando se reuni em um mesmo lugar indivíduos completamente diferentes, com pensamentos totalmente discrepantes e maneiras de agir e reagir distintas, isto pode trazer conflitos.

Se pensarmos bem, os conflitos fazem parte da vida e são fundamentais para o desenvolvimento saudável dos relacionamentos. Basta pensarmos que eles são apenas oportunidades para realização de ajustes, imprescindíveis para a salubridade de uma relação (seja ela amorosa, de amizade, profissional, religiosa, etc.).

O verdadeiro problema não está nos conflitos. Mas na maneira como cada pessoa reage diante deles. Por exemplo: um casal que discorda da maneira como as finanças familiares são geridas tem, pelo menos, duas oportunidades pela frente:

1) utilizar a dissonância de pensamentos para crescer, buscando aqui uma conciliação, ajuda profissional ou de conhecidos;

2) Deixar que este problema se agrave, interfira na relação e produza sentimentos tóxicos que, se não forem tratados, levarão a uma convivência ruim ou ao fim do casamento.

Como já dissemos acima, o problema não está nos conflitos, mas na maneira como reagimos diante deles. Nossas atitudes no momento da crise é que produzirão o combustível necessário para vencermos ou sucumbirmos diante da adversidade.

A única forma de mantermos os relacionamentos saudáveis é aprendendo com os conflitos, eliminando tudo aquilo que seja tóxico para a relação e valorizando os novos comportamentos, adquiridos neste processo. Quando agimos desta maneira, estamos estabelecendo um parâmetro de atitudes capazes de manter os relacionamentos saudáveis.

Lembre-se: os problemas são apenas oportunidades de aprendermos novas maneiras de agir. 

Pense sobre isto!



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O CARÁTER DE CRISTO EM NÓS