01 novembro 2018

RELACIONAMENTOS DESCARTÁVEIS!?


A história da humanidade é repleta de romances marcantes. Em todas as culturas contam-se relatos de casais que superaram grandes desafios com único intuito de perpetuar o amor que os unia. Alguns foram ao extremo de entregar-se em sacrifício e morrer pela pessoa amada.

Em contraste com estes amantes do passado, temos uma sociedade movida e motivada por “novos relacionamentos”. Com exceção da busca pela satisfação do desejo sexual e da paixão avassaladora, muita coisa mudou nos relacionamentos conjugais nestas últimas décadas.

Se antes os poetas zelavam pelo amor eterno, que ultrapasse os limites do tempo e do espaço, atualmente os casais já começam um relacionamento pensando no outro. Podemos fazer esta comparação de forma simples, analisando, pelo menos, duas frases:
Frase 1 : “Vou te amar para sempre!”;

Frase 2: “Vamos ver no que dá. Qualquer coisa é só separar!”.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os matrimônios têm durado uma média de 15 anos. Uma datação muito inferior comparado com algumas décadas. Parte deste declínio se deve, justamente, a forma descompromissada como os “novos” amantes veem os relacionamentos.

Em grande parte, estão ligados apenas pelo puro e simples desejo de satisfação pessoal. Se antes, quando se casava, a meta era permanecer até o final da vida. Atualmente, os casais estão juntos enquanto houver um benefício pessoal. No primeiro problema que se apresenta, as bases do relacionamento começam a ruir.

Isto é uma regra imutável? Claro que não. Ainda existem milhares de pessoas valorizando o relacionamento conjugal, desejando fazer da sua história algo perpétuo. Por este motivo precisamos nos posicionar em relação a esta questão, mostrar para nossos filhos e netos o quão valoroso é aprender a amar as pessoas com todos os seus defeitos e qualidades e como também podemos ser amados, mesmo cheios de defeitos.



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