03 outubro 2018

REAPRENDENDO A SER COMO CRIANÇA


O mês de outubro é muito especial, visto ser a época do ano escolhida para homenagear e celebrar aquelas “pessoinhas” que tanto alegram nossos corações e, quando chegam, acabam se tornando o centro das nossas vidas: as crianças.

Quem nunca se viu rindo sozinho lembrando-se das peripécias de um filho, sobrinho, neto ou simplesmente filho de alguém conhecido? Quem nunca sorriu com as frases engraçadas, ações descoordenadas, tentativas frustradas destes apaixonantes pequeninos que alegram tanto nossos dias?

Por incrível que pareça, conseguimos amá-los mesmo bagunçando tudo a nossa volta; embaralhando nossas coisas e desarrumando nossas programações. A verdade é que desde o primeiro momento em que entram em nossas vidas, assumem um lugar impossível de ser substituído.

As crianças têm o poder de colorir o mundo cinzento de um adulto; de trazer leveza onde só havia rigidez; de estruturar desestruturando e nos fazer pensar e repensar a vida que temos vivido.

Elas nos ensinam a amar sem procurar algo em troca; a perdoar sem arrumar porquês; a desprender do material; a viver a leveza e cada situação como se fosse o último instante que temos na terra.

Quando observamos a singeleza de uma criança, lembranças da nossa infância vêm à memória e somos convidados a regressar a um tempo em que éramos tão simples, honestos e verdadeiros como cada uma delas.

Talvez por tudo isto, Jesus tenha dado tanta ênfase a necessidade de sermos como criança, pois não há outra forma de ver o Reino de Deus, se não nos tornarmos como elas.
Verdadeiramente, precisamos reaprender a ser como crianças!



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