23 agosto 2018

O TEMPO


Já reparou que uma das coisas mais preciosas para o ser humano é também a menos valorizada? As pessoas correm atrás de dinheiro, fama, sucesso, reconhecimento, dentre outras, como se fossem as últimas coisas do mundo, mas se esquecem que todas elas podem ser adquiridas em qualquer momento da vida, desde que haja dedicação e disciplina.

Entretanto, quando falamos do tempo, este não pode ser adquirido tão facilmente. Aliás, nós só temos a oportunidade de vivê-lo uma vez. Não é possível voltar atrás e reviver o tempo passado. Interessante é que também não podemos utilizar o que está por vir como crédito. O único tempo que realmente temos para utilizar é este exato espaço temporal na qual estamos agora.

Sendo assim, por que trocamos as prioridades? Qual o motivo de deixarmos o que importa para depois? O que nos leva a valorizar mais o efêmero e desvalorizar o vivaz? Será que aprendemos a mensurar corretamente?

Infelizmente, quando invertemos as prioridades, não perdemos apenas o tempo, mas grandes oportunidades de viver a excelência nos relacionamentos, no trabalho e individualmente. Deixamos passar as coisas realmente importantes e nos prendemos as mais insignificantes.

A verdade é que a única moeda que realmente temos e nunca poderemos readquirir é o tempo. Como diz o poeta: “O tempo não para!”. A diferença não está em gastá-lo, querendo ou não todos o gastarão, mas em como o gastamos.

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