13 novembro 2018

PROFISSIONAIS HUMANOS


Pessoas não precisam de bons profissionais, elas necessitam de profissionais humanos.

Bons profissionais fazem o seu trabalho muito bem feito, em alguns casos com maestria. Profissionais humanos tratam gente como gente e chegam a excelência.

Bons profissionais cumprem com seu dever e entregam tarefas e produtos de qualidade. Profissionais humanos olham nos olhos e entregam a verdadeira necessidade do outro, a de ser notado, amado e aceito.

Bons profissionais partilham conhecimento técnico, sabem ensinar a utilizar e respondem todas as dúvidas. Profissionais humanos se preocupam em perguntar qual é a real necessidade, decidem entrar na história da compra e abraçam a causa do cliente.

Bons profissionais são sinceros, vão direto ao ponto e não enrolam. Profissionais Humanos são empáticos, sentem o momento e percebem a hora de falar e de calar.

Profissionais humanos conseguem atingir ao máximo da excelência, pois seu foco não está voltado para o serviço/produto, mas para as pessoas com quem estão se relacionando.



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08 novembro 2018

O MUNDO PRECISA DE HERÓIS


O herói não é mais bem quisto; o vilão agora é herói; a bruxa ficou boa e a princesinha sequestrou o lobo mau; a polícia agora é taxada de bandido, o bandido virou “assistente social”. Estas são apenas algumas das inversões de valores divulgadas abertamente na sociedade atual.

Esta inversão de valores pode parecer inclusiva, pois propaga a ideia, no mínimo, de que qualquer um pode ser o que quiser, desde que seja feliz. Todavia, tal mudança é apenas fruto da contraversão no caráter humano, tendencioso a exaltar o errado, abandonando o bem e exaltando o mal.

Se antes vivíamos em uma sociedade que propagava a capacidade do ser humano em ser cada vez melhor, em buscar a evolução pessoal diária e o aprimoramento do seu caráter, na atualidade estamos abrindo a guarda e permitindo que as distorções de caráter tenham um papel de destaque em nossas comunidades.

Por trás do bonito discurso inclusivo está uma ideologia completamente deturpada, capaz de distorcer valores primordiais para uma vida em sociedade salutar. Infelizmente, ao se exaltar a distorção do caráter e maquiar o maligno, colocando uma maquiagem de benigno, destruímos as bases da formação da personalidade.

Quando olhamos o quadro atual da humanidade, nos espantamos com a quantidade de notícias violentas, crimes hediondos, avanço do crime organizado pensamos ser apenas fruto da falta de segurança pública, mas nos esquecemos que o estopim para atual crise está, justamente, na inversão de valores.

É bem verdade que muitos olharão para este texto como um exagero, como as ideias de uma mentalidade retrógrada, de alguém fora da realidade e que faz uma leitura errada do contexto. Alguns dirão que não têm “nada haver”. Este é um direito que a pessoa possui.

Contudo, isto não muda o fato de que a única maneira de transformar o quadro violento de desanimador que temos vivido é através da mudança de mente e comportamento. Enquanto continuarmos achando normal o errado ficar no lugar do certo, não encontraremos uma solução viável para o atual cenário.

A verdade é que nós precisamos de Heróis; de pessoas capazes de enfrentar o caos e vencê-lo; que tenham a coragem de dizer a verdade e que se posicionem contra a maldade e injustiça. Precisamos de personagens que entrem em nossa história e nos inspirem a ser melhor. Não necessitamos de mais um anti qualquer coisa, mas de pessoas notáveis que nos inspiram.



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07 novembro 2018

VOCÊ GOSTA QUE LHE JULGUEM SEM CONHECÊ-LO?


Já reparou como reagimos quando descobrimos que alguém fez qualquer tipo de julgamento a nosso respeito? Como dizia minha avó, “são nestes momentos que descemos das tamancas”, que deixamos de lado a etiqueta e reagimos, com único intento de defender a nossa honra. Afinal, ninguém tem o direito de nos julgar, principalmente se não nos conhecer.

Sentir-se ofendido com tal atitude não é particularidade apenas de alguns. Todo ser humano, em graus e reações diferentes, passa por este tipo de situação e não gosta. Caso alguém retruque dizendo não haver problema, podemos dizer, sem medo de errar, que esta pessoa está, no mínimo, controlando suas emoções.

Estes dias estava assistindo uma palestra, cujo palestrante ainda não era conhecido por mim. Até então tudo bem, pois a expectativa em conhecê-lo e aprender um pouco mais era enorme. Entretanto, quando o professor entrou na sala, fui montando uma imagem dele baseada no seu jeito de andar, maneira de vestir, forma de falar, etc.

Creio que ao ler isto você esteja imaginando quantas vezes já fez a mesma coisa. É possível que até tenha brotado aquele sorriso no canto da boca, meio que sarcástico, lembrando de uma situação marcante. (Xiiii!!!! Olha eu fazendo outro julgamento sem nem estar perto de você!). Mas, confesse que foi verdade! (Risos).

Enfim, desenhei mentalmente aquele professor. A medida que o assunto se desenrolava, detalhes da personalidade, dos relacionamentos, da família, do trabalho, dentre outras coisas, foram se revelando e a figura que havia montado daquela pessoa foi se desconstruindo e revelando alguém muito diferente daquela “persona” outrora idealizada.

Este processo de desconstrução me fez perceber como, na maioria das situações, acabo fazendo uma ideia errônea das pessoas com quem convivo. Infelizmente, somos tentados a isto a todo o instante. Também não é exclusividade minha nem sua, mas uma falha (ou uma maneira arcaica de se proteger, não sei) do ser humano.

Diante deste fato não tão singular da minha vida, tenho aprendido que deixar os julgamentos de lado é primordial para uma vida em sociedade saudável. Assim como não gostamos de ser julgados, precisamos começar a deixar de lado esta prática mesquinha e começarmos a avaliar as pessoas da forma correta e conhecendo quais são suas verdadeiras habilidades, atitudes, pensamentos e estilo de vida.

Sem querer ser redundante, mas utilizando seu ensinamento, sábio foi Jesus ao dizer que não devemos julgar, para que não sejamos julgados naquilo que estamos julgando o outro. O simples ato de julgar precipitadamente já é uma condenação imposta a nós mesmos, não aos outros.

O que ocorre é que, na prática, ninguém gosta de julgado. Então, por que julgamos os outros?


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06 novembro 2018

A MAIORIA QUERIA OU NÃO QUERIA O NOVO PRESIDENTE?


Tenho visto nos últimos dias diversos comentários, seguidos de cálculos matemáticos, tentando justificar que, na verdade, o povo brasileiro, na sua maioria, não queria o Bolsonaro. 

Quando olhamos os números somados, realmente isto fica evidente. Entretanto, se invertermos, pensando apenas no segundo turno, a maioria também não votou no Haddad e não o queria como seu represente.

O que tivemos no último pleito foi um número recorde de rejeição em relação a TODOS os candidatos. Independente de serem da situação ou oposição, direita ou esquerda, fascista ou comunista, não importa como sua ideologia decide chamar neste momento.

Diante disto, é possível tirarmos dois fatos importantes:

1) A maior parte da população (considerando os votos válidos), decidiu se posicionar. Diferente de uma parcela considerável de eleitores que optou por não participar deste momento cívico. Ambos fizeram jus ao seu direito constitucional e dentro dos princípios de uma democracia. 

Contudo, os que se abstiveram também fizeram uma escolha: não decidir e deixar nas mãos dos outros o seu futuro. Eles simplesmente "lavram as suas mãos" e jogaram a responsabilidade para cima de alguém.

2) A maior parte da população está cansada desta velha política corrompida e caminha desejosa por algo novo. A maioria não quer mais do mesmo. Mas, deseja uma mudança na mentalidade e atitude dos políticos. Vide a renovação recorde nas câmaras e senado.

Sábios serão os políticos que souberem se adaptar a esta mentalidade da população, pois existe aproximadamente 42 milhões de eleitores esperando um candidato que lhes tire da inércia política. 

Todavia, aqueles que não votaram também precisam compreender que não fizeram nada demais, apenas entregaram, como diziam meus avós, de mãos beijadas o seu futuro como nação nas mãos de alguém.

Viver em uma democracia é compreender que você, como cidadão, compartilha das decisões dos outros membros da comunidade. Se isentar em uma votação não significa, embora pareça, que você tem uma escolha melhor ou pior, mas que você está, no mínimo, se isentando dela.

É claro que respeitamos os direitos de quem não votou e rejeitou todos os candidatos, de quem votou no Haddad e dos que elegeram Jair Bolsonaro. Porém, a maioria da população decidiu por um dos lados e desta decisão houve um que obteve a maioria dos votos. Justificar que a população brasileira não queria o presidente eleito não é verdade, pois se partirmos do mesmo principio, a maioria não queria também o sr. Haddad.

O mais certo nisto tudo é dizer que a maioria quer ver mudança na mentalidade dos políticos; a maioria está cansada de corrupção; a maioria anseia em ver um país diferente. O que a maior parte do povo brasileiro quer? Um Brasil onde nossos filhos tem onde estudar com dignidade; onde não falta emprego; em que a saúde é valorizada; em que as estradas estão pavimentadas...

A maioria, na verdade, quer um Brasil que lhes dê orgulho de ser brasileiro!


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05 novembro 2018

A VIDA É FEITA DE NOVOS SONHOS


A nossa Vida é feita de novos Sonhos. Não podemos ficar parados diante das conquistas, olhando para o que já passou, presos a um sentimento de satisfação, que aos poucos nos leva a acomodação, até o ponto de gerar certa frustração pela falta de novas realizações.
Diante de cada projeto realizado é preciso celebrar a vitória, agradecer a Deus pelas bênçãos derramadas na realização, reorganizar as ideias e partir para algo novo. Isso mesmo, não podemos ficar presos aos velhos projetos, como se fossem fontes inesgotáveis, pois eles não são. 
É preciso ter coragem para sonhar novos sonhos; projetar novas metas; correr atrás de novas ideias, deixando de lado a nostalgia das realizações do passado. Essa atitude traz ânimo ao coração, renova as forças e leva a novas conquistas.
Com certeza, em muitos casos, o novo vem acompanhado de sentimentos paralisadores, como medo e insegurança, mas não podemos nos render a eles, é preciso lutar, deixando de lado todo temor.
A vitória só é conquistada por aqueles que enfrentam as adversidades, não se rendem ao medo e permanecem firmes em direção ao alvo projetado.


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03 novembro 2018

DEVERES DOS PAIS E FILHOS


Um dos maiores desafios da modernidade tem sido a conciliação entre os pais e filhos. Principalmente, diante das inúmeras investidas contra a família. Os ataques a esta entidade máxima na vida do ser humano tem tomado proporções estratosféricas.

O que temos visto é um ataque em massa, utilizando todas as armas existentes, para denegrir e destruir a figura do pai e da mãe e uma forma grotesca de tentar alienar os jovens com sofista de “liberdade”, mas que não passa de um modelo de controle sutil e devastador.

É evidente que quando se destrói o relacionamento entre pais e filhos, a base da sociedade também sofre uma ruptura. Afinal, nossas comunidades são formadas por famílias; estas contêm em seu âmago as figuras paternais e seus rebentos.

O relacionamento saudável entre pais e filhos é fundamental para o bem estar da sociedade. Contudo, as escolas, os programas de TV, os programas no YouTuber e demais canais de comunição, tendem a desfigurar este relacionamento, colocando os filhos como escravos que precisam de libertação.

Na verdade, o que ocorre é um culto a libertinagem, onde os valores morais, familiares e espirituais estão sendo distorcidos. A partir daí, o que temos é um ataque, de todos os lados, para destruir o relacionamento entre pais e filhos.

Precisamos nos posicionar como Filhos de Deus e estabelecer em nossos lares um padrão de relacionamento familiar alicerçados no amor, no respeito, no perdão e na aceitação do outro com suas qualidades e defeitos. Não podemos permitir que tais afrontas destruam a base divina para sociedade: a família.

Nos últimos dias é indispensável que segamos os o ensinamento do apóstolo Paulo: “Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra. E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.” (Efésios 6:1-4).

Neste texto temos os deveres dos filhos: obedecer e honrar. Mas, também, o papel dos pais: criar, educar e respeitar. Cabe a cada um de nós observar quais são os nossos deveres e cumpri-los. Não podemos permitir que as influências externas destruindo o relacionamento das nossas famílias.


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01 novembro 2018

RELACIONAMENTOS DESCARTÁVEIS!?


A história da humanidade é repleta de romances marcantes. Em todas as culturas contam-se relatos de casais que superaram grandes desafios com único intuito de perpetuar o amor que os unia. Alguns foram ao extremo de entregar-se em sacrifício e morrer pela pessoa amada.

Em contraste com estes amantes do passado, temos uma sociedade movida e motivada por “novos relacionamentos”. Com exceção da busca pela satisfação do desejo sexual e da paixão avassaladora, muita coisa mudou nos relacionamentos conjugais nestas últimas décadas.

Se antes os poetas zelavam pelo amor eterno, que ultrapasse os limites do tempo e do espaço, atualmente os casais já começam um relacionamento pensando no outro. Podemos fazer esta comparação de forma simples, analisando, pelo menos, duas frases:
Frase 1 : “Vou te amar para sempre!”;

Frase 2: “Vamos ver no que dá. Qualquer coisa é só separar!”.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os matrimônios têm durado uma média de 15 anos. Uma datação muito inferior comparado com algumas décadas. Parte deste declínio se deve, justamente, a forma descompromissada como os “novos” amantes veem os relacionamentos.

Em grande parte, estão ligados apenas pelo puro e simples desejo de satisfação pessoal. Se antes, quando se casava, a meta era permanecer até o final da vida. Atualmente, os casais estão juntos enquanto houver um benefício pessoal. No primeiro problema que se apresenta, as bases do relacionamento começam a ruir.

Isto é uma regra imutável? Claro que não. Ainda existem milhares de pessoas valorizando o relacionamento conjugal, desejando fazer da sua história algo perpétuo. Por este motivo precisamos nos posicionar em relação a esta questão, mostrar para nossos filhos e netos o quão valoroso é aprender a amar as pessoas com todos os seus defeitos e qualidades e como também podemos ser amados, mesmo cheios de defeitos.



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30 outubro 2018

UMA REFLEXÃO PÓS-ELEIÇÕES


As eleições já passaram, temos um novo presidente. Para muitos, o candidato de sua preferência, para outros apenas mais uma insensatez coletiva.

Se ele será o melhor ou o pior? Só o tempo e as escolhas que vier fazer daqui para frente dirão. 

Contudo, não podemos nos esquecer que nossa votação neste último pleito não foi direcionada apenas a um candidato. Escolhemos também Deputados Estaduais e Federais, Senadores e governadores. Todos eles, junto com o novo presidente, tem a incumbência de nos representar nos próximos anos.

Isto significa que ão temos a missão de fiscalizar, concordar ou discordar, apenas do presidente, mas de todos os eleitos. TODOS têm uma missão a cumprir. TODOS devem trabalhar para o bem estar de um país inteiro. Sejam situação ou oposição, TODOS devem corroborar para o bem estar de cada brasileiro.

Pode parecer utópico, e sei que o  é, mais o ideal seria que ambos os lados colocassem o Brasil acima de seus próprios interesses (não estou aqui dizendo para concordarem em tudo), mas, infelizmente, o real é que planos políticos/partidários se sobrepõem aos interesses de uma nação inteira.

Sendo assim, cabe a nós eleitores continuarmos atentos ao que cada candidato eleito fará daqui para frente. Quantos aos que não venceram as eleições, também precisamos continuar de olho. Afinal, futuramente, ambos estarão aí novamente, batendo em nossas portas, querendo o nosso voto.

Aos novos eleitos (presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais), que Deus lhes direcione durante os próximos anos.

Por fim, independente do candidato vencedor seu aquele que escolhemos, somos todos brasileiros, apaixonados por esta nação e com a esperança de um futuro melhor para este país. Esta é a nossa esperança: um Brasil melhor. Nossa missão é trabalhar para o crescimento desta nação como fiscalizadores daqueles a quem elegemos.



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29 outubro 2018

COMO CRIANÇAS


Se levássemos a vida na simplicidade de uma criança tudo seria tão mais fácil. Elas têm o poder de descomplicar, de transformar o difícil em algo simples.

Para uma criança cada situação é uma oportunidade divina, aproveitada intensamente, como se o mundo fosse acabar amanhã.

Enquanto nós, adultos, complicamos as coisas fáceis, elas tendem em transformar as dificuldades em uma divertida brincadeira.

Crianças não precisam de muita coisa para ser feliz.  Se tiverem será melhor, mas caso não possuam, transformam qualquer coisa em um grande divertimento.

A Doce simplicidade de uma criança nos faz olhar o mundo de outro prisma.  Nos faz perceber que nas mínimas situações é possível encontrar grandes emoções.

Talvez por isso, Jesus declarou que aquele que não se fizer como uma criança nunca verá o Reino de Deus. Elas têm o poder de viver intensamente cada momento como se fosse único.

Crianças são as criaturas mais sinceras que existe. Elas não comem se não quiserem; expõe sua opinião sobre tudo; riem quando sentem vontade; choram quando ameaçadas; falam o que pensam, em fim, crianças não têm vergonha de ser quem elas são.

Se cada um de nós pudesse reaprender a ser como uma criança o mundo seria bem diferente. As guerras seriam resolvidas com chocolate quente; as divisões com brincadeiras de correr; não haveria espaço para o ódio; seríamos muito mais felizes...


26 outubro 2018

O IMPORTANTE É QUEM VOCÊ DECIDE SER


Já fui chamado de magricela, mas também de gordinho. Já fui tachado de feio, e até de bonito (acreditem). Já tive o apelido de pequeno, e por incrível que pareça, disseram que sou grande. Um dia me chamaram de fracassado, outros disserem que sou vitorioso. Certa vez me chamaram até de ladrão, mas os amigos sabem que sou honesto. Disseram que era um perdedor, mas vivo como um campeão.

Estes foram apenas alguns pensamentos daqueles que me cercam. Alguns condizem com a verdade de quem sou, outros são apenas expressões utilizadas por quem não me conhece ou têm inveja de onde tenho chegado e para onde estou caminhando.

Talvez, você também esteja sofrendo algum tipo de ataque. É possível que se levantem pessoas tentando denegrir quem você realmente é. A questão não é o que dizem negativamente ao seu respeito, mas como você decide viver todos os dias.

Sempre haverá alguém a sua volta insatisfeito com a própria situação. Nestes casos, a primeira reação da pessoa é atacar o outro e tentar denegrir a imagem alheia, na tentativa de se justificar. Infelizmente, o ser humano tende a fazer duas coisas: jogar a culpa dos seus fracassos para cima de alguém ou tentar diminuir o sucesso do outro alegando algum tipo de irregularidade.

Para este tipo de gente, é como se ninguém fosse capaz de alcançar o sucesso sem precisar usufruir de meios ilícitos para alcançá-lo. Quer ver um exemplo simples? Para muitos pobres, todo rico é ladrão. Eles não conseguem conceber que o outro pode crescer, evoluir, conquistar... Só porque eles não conseguiram definem que ninguém poderá . Quando veem a pessoa no auge, tendem a atacar, utilizando sofismas aprendidos com indivíduos mal-intencionados.

Tenho aprendido que um dos grandes segredos para o sucesso é estar bem definido como pessoa. Desta forma podemos permanecer fieis ao propósito de vida que nos motiva e fazer as escolhas corretas para o futuro.

Confesso que, em um passado não tão distante, me deixei levar pelo medo do que iriam falar. Atualmente, me preocupo em que legado deixarei. Ninguém pode deixar um legado vivendo preso aquilo que os outros determinam ser o correto para a sua vida. Aliás, LEGADO, este será o tema do meu próximo livro. Aguardem!

O importante não é o que dizem ao teu respeito, mas o que você determina ser. E você, quem realmente define quem você é?



23 outubro 2018

VENCENDO O MEDO

Quantas coisas você já deixou de fazer por causa do medo? Quantas oportunidades foram perdidas pelo pequeno temor, disfarçado naquele pensamento, aparentemente insignificante, de que não irás conseguir? Quando olhas para trás, qual a sua sensação em relação aos grandes desafios que deixastes de realizar porque tivestes medo de errar?

A verdade, infelizmente, é que centenas de coisas importantes e extraordinárias são desperdiçadas por causa deste sentimento devastador chamado MEDO. Em muitos casos, nem se percebe mais a sua atuação, pois ele já opera de forma automática no inconsciente, controlando todas as ações e gerando reações mecânicas de desistência.

Para conseguir mudar esta situação é preciso, em primeiro lugar, fazer uma autoanálise, refletindo sobre cada situação desafiadora que fora abandonada e denunciar que o medo fora o grande vilão responsável por esta desistência.

Em um segundo momento, procurar descobrir quais são as crenças limitantes que têm produzido e/ou alimentado o medo. Diante desta descoberta, iniciar um processo de reprogramação de crenças (aqui poderia ter a ajuda de um profissional: coach, psicólogo, terapeuta).

Após esta segunda etapa, é importante redescobrir as habilidades pessoais potencializadoras. Estas serão importantes no estabelecimento das novas crenças e conduzirão a tomada de decisão efetiva e sem deixar que o medo seja o condutor das novas atitudes.

Criar novos hábitos também é fundamental, visto que para estabelecer uma nova atitude é fundamental transformar a nova conduta em um hábito saudável e capaz de conduzi-lo na jornada de eliminação do controle antigo do medo.

É importante salientar que medo sempre se manifestará de alguma forma. Como já ouvimos diversas vezes, coragem não é ausência de medo, mas a capacidade de superá-lo e agir em prol daquilo que se deseja. Os vencedores não são aqueles que nunca tiveram medo, são os que tiveram coragem de enfrentá-lo como primeiro inimigo e saíram vencedores deste duelo.


18 outubro 2018

HOJE É UM BOM DIA!


Já reparou como na maioria das vezes se passa a vida inteira procurando uma oportunidade para fazer grandes mudanças, mas nunca se toma uma decisão condizente com este desejo? É impressionante como o ser humano tem a mania de protelar as coisas. Está sempre deixando para depois, e depois, e depois...

Normalmente, as desculpas são sempre as mesmas: “Não é à hora certa!”; “Não estou preparado para isto!”; “Ninguém me apóia nesta nova decisão!”; “Não tenho sorte!”; “não consigo!”; “Não sou capaz!”. Ufa! Estas são apenas algumas das frases que ouvimos diariamente, existem centenas de outras formuladas sempre com o mesmo propósito, desculpar-se por não fazer.

Há ainda aqueles que vivem deixando para amanhã. Justificam-se dizendo estarem ocupados, coisa e tal. Mas, na verdade, estão apenas procrastinando. Em termos bem crus, estão abandonando o projeto.

Pior, depois ficam dizendo que nunca conseguem nada; que o outro tem muita sorte; jogam sempre a culpa do seu fracasso para cima de alguém e nunca assumem a responsabilidade.

Todos recebem, diariamente, oportunidades iguais. Como diz o sábio Salomão, o sol nasce para bons e maus. O que fazemos com esta dádiva divina chamada vida é escolha pessoal. Ninguém pode mudar nada para o outro, não tem como aproveitar a oportunidade para o visinho. Nossas escolhas são, impreterivelmente, pessoais e intransferíveis.

É possível que alguns utilizem as intempéries da vida para justificar-se. Então vamos lá, mais uma vez. Dias atrás recebi duas histórias diferentes, de problemas parecidos. Na primeira o Joãozinho (nome fictício) soube da notícia de que estava com determinada doença, com uma gravidade mediana e completamente tratável. Diante do diagnóstico começou a reclamar de tudo, colocar empecilho para tudo, jogar a culpa para os outros, etc.

A segunda foi a história da Mariazinha (nome fictício), que passou mal de repente, foi levada ao hospital e diagnosticada com um câncer terminal. Tudo que os médicos poderiam fazer seria mantê-la internada para poderem fazer o tratamento e dar-lhe um final de vida que eles chamaram de digno e sem muita dor.

Mariazinha ouviu aquela notícia, levantou a cabeça e disse para os médicos: “Que viver presa aqui que nada, se só tenho estes meses de vida vou fazer tudo que sempre quis e não tive oportunidade. Vou aproveitar o pouco tempo que me resta. Vocês podem passar o tratamento que vou fazer normalmente, mas não vou ficar internada!”.

Para resumir as histórias, Joãozinho morreu de uma doença que havia todos os tratamentos possíveis, só porque se entregou. Mariazinha, quando ouvi esta história, já estava no terceiro ano pós-diagnóstico dos médicos, a doença já estava completamente controlada e ela continuava vivendo intensamente sua vida.

O que fez a diferença? Ela decidiu que o dia da descoberta de sua tragédia também era um bom dia para começar a viver.

E você, o que fará deste dia?




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17 outubro 2018

RESPEITO, REVELAÇÃO DO CARÁTER


Desde pequeno aprendi com meus pais alguns valores, que creio serem imprescindíveis para uma vida saudável. Estes englobam, não somente a vida pessoal, mas também os relacionamentos, a maneira como lidamos com as pessoas a nossa volta, seja de forma direta ou indireta.

Por exemplo, aprendi que devemos respeitar os mais velhos, os professores, os policiais, as autoridades e, não menos importantes, todos aqueles com quem convivemos. Segundo meus pais, quando respeitamos alguém estamos manifestando uma parte do nosso caráter.

Com passar do tempo, à medida que comecei a aumentar o circulo de convivência, tive a oportunidade de me deparar com professores excelentes, que fazem parte da minha história até hoje, pois eles continuaram a consolidação desta palavrinha chamada respeito, mas agora, inserindo-a no contexto educacional.

Quando comecei a trabalhar, ainda adolescente, período maravilhoso e de grande crescimento, que não denegriu em nada meu desenvolvimento educacional e muito menos como pessoa, pelo contrário, ampliou exponencialmente meu nível de entendimento sobre a necessidade de respeitar as pessoas a minha volta, independente de quem sejam.

Enfim, a cada nova experiência a compreensão da necessidade de respeitar os outros fora aumentando, gradativamente. Quando olho para a sociedade hoje, vejo as agressões, a intolerância e a falta de respeito como epicentro da maioria das atitudes, sempre motivados por interesses unilaterais.

Em muitos casos, observamos um contingente enorme de pessoas, no mínimo maliciosas, utilizando a palavra “respeito” com um único objetivo: promover-se. Isto porque, na prática, esta gente não passa de aproveitadores baratos, com intenções escusas e o desejo de dominação, de poder.

Respeitar o outro significa aceitá-lo, mesmo que sua opinião seja diferente, ainda que seu time seja outro, independente da sua ideologia política ou partidária, da sua escolha de vida. É claro que isto não significa concordar com todos os pensamentos e atitudes. Mas, em não concordando, que sua discordância não ultrapasse os limites da sobriedade.

Temos como grande modelo de respeito o Senhor Jesus, um homem que foi capaz de lidar com todas as indiferenças, que pensava diferente de uma maioria de sua época e que não concordava com o modo de viver da maior parte dos seus conterrâneos. Mesmo assim, ele nunca agrediu ninguém, nunca os tratou com grosseria ou tentou sobrepor a sua vontade e/ou ideologia.

Muitas vezes as palavras de Cristo foram duras, mas sem ofender; suas atitudes foram austeras, mas sem agredir; sua ideologia se opunha, mas sem imposição; sua discordância respeitava o direito divino do outro não querer aceitá-lo.

Infelizmente, na atualidade fala-se muito em respeitar, mas todos querem ditar como os outros irão viver. Defende-se o respeito, mas na prática só fazemos desrespeitar os demais. 

Respeito não é moeda de autopromoção, mais uma obrigação e manifestação de caráter. Entretanto, o inverso também é verdade, a falta de respeito é a revelação do mau caráter.


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