04 novembro 2014

O QUE FARIA JESUS?

Se Jesus estivesse aqui hoje, com quem se sentaria para comer? Quem seriam seus amigos? Onde repousaria sua cabeça para descansar? Provavelmente, Ele viveria junto com os desprezados, com os discriminados pela sociedade.

Analisando as passagens do Novo Testamento, chegaremos à conclusão de que o Mestre andaria com os políticos; passaria mais tempo com os policiais; daria atenção especial a um drogado; ouviria as queixas de um homossexual; conversaria francamente com um bandido.

É possível, se o Messias vivesse em nosso tempo, que estaria preocupado com o bem estar daqueles que nós nem ao menos chegamos perto. Enquanto a igreja foge dos mendigos, Jesus os abraçaria. Os seus padrões de evangelho estavam em um patamar muito superior aos nossos. 

A preocupação de Jesus estava na completa restauração da integridade humana. O Mestre gastava sua vida buscando a transformação total das pessoas. Em uma de suas muitas pregações Ele declarou que veio para buscar aqueles que estavam perdidos, para curar os enfermos e salvar os pecadores. 

A visão de Jesus não estava limitada a um pequeno grupo de religiosos duros de coração, mas em uma multidão clamando por socorro. Sua vida foi entregue pela salvação de uma humanidade perdida. 

Precisamos rever alguns conceitos, parar de acusar e desprezar as pessoas. Torna-se indispensável à pregação de um evangelho restaurador. Essa é a verdadeira missão da igreja, dar continuidade a salvação, cura, libertação e restauração humana iniciada por Cristo.

Da mesma maneira que o Mestre estava preocupado com o ser humano em todas as esferas de sua vida, a igreja também precisa ampliar sua visão e abraçar aqueles que estão, de alguma forma, perdidos.

Antes de terminar, gostaria de lembrar que Jesus deixou representantes na terra, embaixadores com a missão de propagar a sua verdade, eu e você. É nossa missão continuar aquilo que o Messias deu início, cabe a nós levar o amor e a misericórdia divina a todos, sem discriminar ou acusar ninguém.

Sabe o que Jesus faria se estivesse aqui? O que nós não estamos fazendo.

03 novembro 2014

SERIA A PAZ UMA UTOPIA?

Não é de hoje que as notícias dos diversos meios de comunicação apontam para um clima de guerra em todas as partes do mundo. Esse contexto universal traz um clima de desconfiança e insegurança na economia, no esporte e no dia a dia de todos.

Embora alguns tentem viver alienados a essa dura realidade, a verdade é bem mais simples do que se pensa, o nosso mundo está em guerra. Seja uma guerra fria ou armada; cível ou militar; entre bandidos e polícia; entre pais e filhos ou uma simples guerra interior, a verdade é que estamos todos em guerra.

Diante desse quadro desanimador fica a perguntar: “a Paz é uma utopia?”. Quantos de nós já não se deparou com um questionamento semelhante? Não dá para olhar o mundo a nossa volta e ignorar os conflitos armados e a irônica atitude de alguns governantes em dizer que as coisas estão bem.

Gosto de uma frase da banda Resgate que diz: “Que paz é essa que se arma para a guerra?”. É irônico, mas os governantes falam de paz e suas trincheiras estão repletas de sangue inocente; as pessoas falam de paz, mas vivem em conflito; as ONG´s falam de paz, mas apóiam atitudes de guerra.

Então, que paz é essa tão almejada pela humanidade? Como encontrar paz em meio a um caos universal? Onde estão os agentes da paz no mundo atual? Seria a paz uma fantasia?

É claro que os governantes não têm essa resposta; os grandes sociólogos também não; muito menos a mídia, seja ela de esquerda ou direita. A resposta para todas essas perguntas se encontra, acredite você ou não, nas Sagradas Escrituras. De forma simples o Mestre dos mestres, Jesus, declarou: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (João 14. 27).

O mundo apresenta a paz apenas como um simples cenário com ausência de guerras. Quando, na verdade, ela é um estado de espírito, uma dádiva dos céus que excede o entendimento humano. Um dom liberado a todos aqueles que confiam suas expectativas de vida ao Senhor Jesus.

VENCENDO A PRODIGALIDADE