30 junho 2011

Siga as Instruções


Existem vários conceitos que as pessoas aprendem e que nem sempre expressam a verdade sobre determinados assuntos. Embora seja comum se pensar que a sabedoria popular é sabia em tudo que diz, ela nem sempre está tão certa como parece. Alguns ensinamentos não possam de sofismas que precisam ser quebrados.
Um ditado que expressa bem essa verdade, e é usado pela maioria das pessoas para justificar suas atitudes erradas, sua falta de compromisso e medo de assumir responsabilidades, diz o seguinte: “todos os caminhos levam a Deus.”
Se analisarmos as escrituras veremos que isso não é verdade.  Não existem vários caminhos, não existem atalhos, existe sim uma rota que não pode ser adulterada.
Talvez, o problema esteja justamente no fato de que as pessoas gostem de seguir sempre aquilo que é fácil. Todos querem tirar vantagem das situações e acabam por escolher aquilo onde empenharão menos esforço. O problema é que por mais que se tenha as melhores das intensões os caminhos alternativos, os atalhos e todos os outros percursos, acabam levando a pessoa para longe do caminho certo.
É como um labirinto, ele possui diversas entradas possíveis. Todas levam há algum lugar, mas só uma leva para o lugar certo.  Algumas pessoas estão presas no labirinto da vida, pensando estar caminhando em direção a Deus, mas na verdade tem caminhado na direção errada.
Para sair do labirinto é necessário observar as instruções deixadas pelo criador do labirinto, elas apontam a maneira correta de sair de lá. Em alguns momentos parecerá um absurdo seguir a direção apontada por ele, mas só se chega à saída se atentar para direção deixada nas instruções.
Ao contrário do que diz a chamada sabedoria popular, não existem vários caminhos, mas um único caminho capaz de levar o homem até a presença de Deus. O Senhor Jesus declarou: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6).
Qualquer outro caminho que não esteja debaixo dessa premissa é mentira, está levando o homem por um caminho estranho, contrário à vontade do Eterno. É como no labirinto, ele parece verdadeiro, mas na verdade leva para perdição.
Por esse motivo é necessário conhecer a verdade, pois somente ela é capaz de destruir a mentira apresentada pelo inimigo para tentar confundir a mente daqueles que decidiram seguir fielmente ao Senhor.
Cuidado com as escolhas, siga as instruções corretas, porque sem elas você irá percorrer todo caminho sem chegar a lugar nenhum. O que é pior, estará caminhando em direção as armadilhas preparadas pelo inimigo para destrui-lo. 

28 junho 2011

Fonte de Inspiração


De onde vem sua inspiração? O que lhe motiva a trabalhar? Qual é a fonte que te faz querer alcançar sempre o melhor? Todas essas perguntas parecem normais, mas quando as pessoas são questionadas não conseguem respondê-las de forma convincente.
O Apóstolo Paulo diz algo interessante sobre o assunto. Segundo ele, aqueles que participam de uma competição, o fazem para ganhar uma medalha, serem honrados e pelo prêmio que receberão ao subir no pódio. A motivação deles é ser o melhor, vencer todos os obstáculos, todos os adversários e alcançar o primeiro lugar.
Se tivermos em vista que o apóstolo se referia aos jogos da antiguidade chegaremos à conclusão de que os esportistas daquela época tinham como fonte de inspiração algo muito maior do que uma medalha, eles queriam ser o melhor para poderem se apresentar ao imperador e serem honrados por ele.
A fonte de inspiração daqueles homens vinha diretamente do trono. Tudo que almejavam estava relacionado primeiramente com o trono. Desejavam ardentemente as conquistas, pois queriam ter a oportunidade de alegrar o coração do Rei.
A fonte de inspiração é o combustível que leva o homem a desejar alcançar sempre o melhor. É o que faz a diferença na trajetória. É a motivação maior na vida de uma pessoa.
Para alcançar as vitórias é necessário estar com coração completamente voltado para a fonte de inspiração correta, pois qualquer deslize, ou falta de atenção, pode fazer com que a pessoa venha perdê-la.
Muitos baseiam sua corrida no ouro que irão ganhar, nos bens que poderão adquirir e, porque não dizer, na tão desejada fama. Mas, tudo isso passa rapidamente, em um piscar de olhos.
Paulo prossegue dizendo que nós corremos, não por causa de uma coroa corruptível, mas sim por causa de algo muito superior, algo incorruptível, que ninguém pode roubar ou macular.
O ouro, o dinheiro, os bens e a fama acabam. São fontes de inspiração instáveis e completamente vulneráveis a ação do tempo. Fazem parte da matéria finita da vida. Mas, quando o homem se inspira na figura daquele que está assentado no trono, ele coloca sua motivação em algo inabalável.
Portanto, que possamos correr motivados pela certeza de que no grande dia nos encontraremos com Rei e receberemos dele a coroa de glória que está separada para todos aqueles que decidiram gastar suas vidas na disputa por um lugar diante do trono do Senhor de toda terra.
Nesse dia teremos a certeza de que corremos com foco no prêmio certo, de que a inspiração estava correta, valeu a pena todo esforço e empenho na trajetória da vida em direção ao trono do Eterno.

21 junho 2011

Faça a Escolha Correta


A todo o momento as pessoas são levadas a fazer algum tipo de escolha. Algumas são simples, como a escolha de uma camisa para sair, e outras mais complexas, como a faculdade que irão cursar ou a pessoa que irão casar.
A verdade é que as escolhas fazem parte da vida humana. Elas não podem ser ignoradas e muito menos decididas de forma irresponsável. Por menor que parece a consequência ela definirá o seu futuro.
Os mais desligados não percebem a importância de se tomar as decisões corretas, agem como se pudessem voltar atrás a qualquer momento, mas se esquecem de que o tempo é um inimigo implacável. Uma escolha certa feita no tempo errado se torna uma escolha errada. Uma escolha errada, feita no momento errado, pode atrapalhar os projetos de uma forma incalculável.
A Bíblia conta a história do rei Roboão, um jovem, filho de Salomão e neto de Davi, que influenciado por seus amigos fez a escolha errada, no tempo errado e debaixo dos conselhos errados. Por causa dessa atitude acabou vendo seu reino ser dividido e a glória que seu avô e seu pai haviam deixado escorrer por entre seus dedos.
Cada escolha, por menor que pareça, sempre irá influenciar de alguma forma no futuro. Por isso, diferente do que as pessoas dizem, não basta escolher, é necessário saber fazer a escolha certa e no tempo certo para que mais tarde não haja arrependimento.
Sua escolha deve estar relacionada ao futuro que almeja alcançar. Ela deve ser a manifestação intima do objeto de conquista de cada indivíduo. Mas, acima de tudo, ela deve estar centrada e alicerçada na vontade de Deus. Por isso, ela requer zelo, paciência e sabedoria a fim de que se tome a melhor decisão.

19 junho 2011

Não Perca as Oportunidades

Existem pessoas que passam a vida inteira correndo atrás de uma única oportunidade capaz de mudar suas vidas. Tudo que elas querem é apenas uma chance que mude radicalmente sua posição e status social.
A maioria está tão preocupada em alcançar seus objetivos que acaba desperdiçando as pequenas e grandes oportunidades que aparecem. Algumas são visíveis, outras nem tanto, mas a verdade é que a todo o momento as pessoas recebem algum tipo de oportunidade e acabam não percebendo que ela já está batendo a sua porta.
Permita-me utilizar mais uma vez a frase de um autor desconhecido que diz: “Há três coisas que não voltam atrás: a flecha lançada, a palavra depois de falada e a oportunidade perdida.”  
Existem algumas atitudes que podem fazer com que as pessoas deixem passar as oportunidades, uma delas é a obsessão. Diariamente encontramos pessoas tão obcecadas por determinadas coisas que acabam não percebendo quando as oportunidades aparecem.
 Outro fator importante que influencia essa perda é a falta de atenção, ou a distração. A falta de atenção faz com que o indivíduo não perceba as oportunidades que estão a sua volta, deixando escapar sem nem mesmo perceber que estava perto de alcançar.
O problema é que depois de perdida dificilmente se encontrará outra oportunidade igual aquela. É possível que se encontre possibilidades iguais, parecidas e até mesmo maiores, mas sempre ficará a frustração de saber que poderia ter sido diferente se tivesse aproveitado, se tivesse percebido que ela estava ali.
Estar atento, observar tudo que acontece a sua volta, prestar atenção aos mínimos detalhes são imprescindíveis para que a pessoa consiga aproveitar as oportunidades que surgem constantemente.
O autor do Eclesiastes faz uma reflexão interessante sobre o assunto dizendo:
Voltei-me, e vi debaixo do sol que não é dos ligeiros a carreira, nem dos fortes a batalha, nem tampouco dos sábios o pão, nem tampouco dos prudentes as riquezas, nem tampouco dos entendidos o favor, mas que o tempo e a oportunidade ocorrem a todos. (Eclesiastes 9: 11).
Existe uma sabedoria em Deus inimaginável que é de dar oportunidade a todos os seres de igual modo. Se procurarmos entender o objetivo do autor nesse texto veremos que ele está apontando para importância de saber aproveitar as oportunidades dadas pelo Eterno, de não deixá-las passar.
O segredo não está só nas suas habilidades, na sua força, em seu conhecimento e na sua sabedoria, mas em saber observar àquilo que acontece a sua volta, aproveitar às oportunidades e agarrá-las como se fosse a última coisa que encontrará na sua vida.

17 junho 2011

Qual a Visão que Você tem de Jesus?

Aquilo que se pensa de uma pessoa, ou a maneira como você a vê, é de estrema importância para que se possa manter um relacionamento efetivo e sadio.  Por esse motivo a maioria não consegue entender e se relacionar com Jesus, pois o veem de forma completamente diferente do que Ele realmente é.
Quando se fala em visão a primeira coisa que se tem em mente é apenas o ato físico de ver, mas em sentido figurado ela aponta para as características físicas, emocionais e espirituais que podem definir um indivíduo.
Certa vez Jesus estava reunido em oração com seus discípulos e perguntou: “quem diz a multidão que eu sou?” (Lucas 9: 18). Nesse momento seu objetivo não era apenas saber o pensamento das pessoas, se elas gostavam ou não dele, mas compreender qual tipo de revelação, qual a visão, que a multidão havia alcançado a seu respeito. A resposta para essa pergunta apontava para o tipo de relacionamento que era mantido entre eles, para o tipo de reconhecimento e percepção da revelação divina na pessoa de Jesus.
Normalmente as pessoas valorizam apenas aquilo que as interessa, que lhes chama a atenção, por isso alguns o viam como profeta, pois desejam um profeta para suas vidas. Para outros Ele era João Batista ou até mesmo Elias, por causa do reconhecimento e visão que se tinha sobre esses homens, mas ninguém da multidão foi capaz de reconhecer sua essência.
Alguns tinham a visão de Jesus como João Batista, pois seus corações desejavam alguém que apontasse seus erros trazendo purificação dos seus pecados. Outros o viam como Elias, eles queriam que Jesus se levantasse com a unção desse profeta condenando com veemência as práticas erradas dos seus governantes. Existia ainda os que o viam como um dos profetas que havia ressuscitado para proclamar as palavras de Deus a nação.
Procurando em outras passagens veremos que Jesus foi chamado pela multidão de Rei, Mestre, Senhor, dentre vários outros adjetivos utilizados para definir aquilo que as pessoas imaginavam a seu respeito, para reproduzir a revelação de seus corações.
Mas, na verdade, Yeshua queria saber se algum deles tinha atingido, ou alcançado, o conhecimento da sua essência. O importante não é conhecê-lo superficialmente, mas descobrir a essência de quem Ele é.
Logo em seguida o Mestre faz uma nova pergunta, agora Ele quer saber quem os discípulos diziam que Ele é. Nesse momento um silêncio toma conta do local onde eles estavam reunidos, ninguém ousou responder tal pergunta. Os discípulos se entre olhavam, esperando que alguém tomasse a iniciativa de respondê-lo.
Até que um deles, Pedro, decide responder. Dessa vez a resposta não é vaga, não está voltada apenas para aquilo que ele esperava de Jesus, sua resposta é baseada em tudo que aprendera com o Mestre. “Tu és o Cristo de Deus” (Lucas 9: 20), em outras palavras, tu és o filho do Deus vivo, o Messias, aquele que estava prometido desde a antiguidade, tu és o nosso TUDO. Naquele momento Pedro aponta para aquilo que Ele realmente representava, para sua obra salvadora e para sua essência.  O objetivo de Jesus é que o homem tenha em mente quem Ele realmente é.
A maioria das pessoas o vê apenas como alguém capaz de resolver seus problemas, uma pessoa que pode curar sua doença ou simplesmente perdoar o seu pecado. Cada um vê Jesus da maneira que pensa ser necessário em seu coração ou na sua vida, mas a verdade é que o desejo do coração do Mestre é ser conhecido pelo homem em toda sua essência.
Aqueles que veem Jesus como solucionador de algum tipo de problema tem sua visão a respeito dele deturpada e limitada, foram ensinados a gerar algumas expectativas baseadas naquilo que Ele pode fazer, mas nunca aprenderam sobre quem Ele realmente é.
O Objetivo do Mestre é que tenhamos a revelação completa da sua Glória, que caminhemos a seu lado por causa do amor que Ele mesmo gerou em nós. Como você O vê defini o tipo de revelação que você conseguiu alcançar. Qual a Visão que Você tem de Jesus? Hoje, Jesus Pergunta a você: “E vós, quem dizeis que eu sou?”

14 junho 2011

A Legalização do Pecado


Essa geração tem transformado atitudes até então consideradas incorretas em coisas normais. É como se tudo aquilo que sempre se acreditou começasse a perder o seu real valor. O problema é tanto que já se legaliza o pecado, tornando-o além de normal, legal perante a lei.
O que se encontra todos os dias nas páginas dos jornais são notícias que apontam para regularização do pecado, transformando o errado em certo e vice versa, mudando aquilo que até então era combatido e rejeitado pela maioria da população. É o que podemos chamar de legalização do errado. 
É claro que quando falamos em combater a prática não nos referimos a perseguir, maltratar e humilhar a ninguém, até porque Jesus morreu para salvar aos pecadores, quando falamos em combatê-las nos referimos apenas a prática, ao pecado cometido. Quanto a isso o escritor Max Lucado usa um argumento interessante, segundo ele Deus ama você do jeitinho que você é, mas não se conforma em deixá-lo da mesma maneira.
Infelizmente, encontramos pessoas praticando o pecado normalmente, até mesmo dentro da igreja, que deveria ser o apontar do caminho. Ela tem se deixado levar pelas práticas legalizadas do pecado, e se continuar dessa maneira daqui a pouco teremos também a sacralização do pecado.
Enquanto o mundo caminha para degradação ética e moral a igreja, único setor da sociedade que poderia restaurar os padrões, permanece inerte, preocupada apenas em alcançar, comprar, vender, trocar, enriquecer. Ela tem ficado sentada, observando a degradação humana e perdida em conflitos internos por busca de poder.
O apóstolo Paulo diz o seguinte: “Não vos conformeis com esse mundo [...]” (Romanos 12: 2). Segundo ele, os discípulos de Jesus não podem seguir os mesmos padrões que o restante da sociedade segue, é necessário que a igreja se levante, apresentando o padrão de Deus a fim de estabelecer a vontade do Eterno na terra.
Torna-se extremamente necessário que se levantem os verdadeiros adoradores, aqueles que realmente decidiram largar tudo e entregar suas vidas na difícil missão de levar a luz para aqueles que estão vivendo em trevas. A igreja foi levantada para ser a voz do Eterno aqui na terra e não pode agir de outra maneira.

13 junho 2011

Faça uma Auto-Análise

Certa vez Jesus estava ensinando a multidão que o rodeava e disse algo interessante sobre a importância do homem estar aberto para fazer uma análise sobre sua vida, atitudes e palavras. 

Dizia Ele: 

“Porque reparas tu no que está no olho do teu irmão, e não vez a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.” (Mateus 7. 5). 

Este ensinamento do Messias é até hoje um dos mais conhecidos dos seus discursos, ele faz parte do sermão da montanha, quando o Senhor deixou uma série de mensagens sobre como deveriam ser as características dos servos de Deus. 

É normal encontrarmos pessoas preocupadas apenas em apontar o erro de outras, sem se preocupar com suas vidas. Mas, o que Jesus está ensinando é justamente o contrário, antes de fazer qualquer tipo de acusação a seu irmão lembre-se de analisar sua própria vida. 

Ao parafrasearmos esse texto veremos que o desejo de Yeshua era mostrar a importância da auto-análise, acompanhada de uma profunda reflexão, capaz de gerar em nós o reconhecimento dos erros e em seguida o desejo de acertar naquilo que erramos. 

Suas palavras apontam para uma reflexão profunda, seguida de arrependimento e compaixão pelo próximo a ponto de ajudá-lo a vencer suas faltas assim como precisamos dele para vencer as nossas falhas. Esse texto aponta para quebra do orgulho e completa submissão a vontade divina através do reconhecimento do próprio pecado. 

Antes de utilizarmos as palavras do mestre como desculpa diante de nossos erros precisamos refletir sobre as faltas cometidas no passado, e que ainda interferem em nossas atitudes do presente, para que possamos acertar. 

Para alcançar a cura é preciso refletir sobre os seus atos, reconhecer onde está errando, se arrepender desses erros e procurar acertar para que possa ter o caráter transformado por Cristo. 

Apontar o dedo para os outros, condená-los por seus atos, é muito fácil, qualquer imbecil pode fazer. Difícil é ser capaz de apontar seus próprios erros, de reconhecer suas faltas e procurar mudança.

10 junho 2011

“Parece Mais Não É”


O ser humano é muito tentado por aquilo que vê, não é a toa que os olhos são considerados como uma das janelas da alma. O problema é que nem sempre eles veem aquilo que deveriam. Volta e meia somos iludidos pela visão sendo levados por caminhos e escolhas que não deveríamos fazer.
As ilusões visuais são capazes de chamar nossa atenção, nos mantendo cativos. Uma delas é a tal da beleza, os olhos têm a tendência a ficarem presos no belo, sem ao menos procurar saber se aquilo é real ou irreal, certo ou errado.
Um bom exemplo disso acontece quando olhamos algum fruto ainda no pé, ficamos encantados com sua beleza a ponto de desejar a qualquer custo tal fruta. Nesse momento não importa mais nada que esteja a nossa volta, não importam as dificuldades e nem mesmo as outras frutas que estão ao redor, queremos apenas o fruto do nosso desejo.
A beleza tentadora daquela fruta, sua cor, tamanho, posição que está disposta na árvore, nos faz perder a visão do certo e do errado, a única coisa que queremos é alcançar o objeto de nossa cobiça.
Mas, quando colhemos o fruto tão desejado, somos invadidos pela frustração ao abri-lo e descobrir que toda aquela beleza era apenas ilusória, pois por dentro o fruto está estragado e cheio de bicho.
Muitas vezes somos iludidos pela nossa visão, sendo levados a amar e desejar aquilo que é aparentemente belo, mas que na essência já está estragado e cheio de bicho. A beleza exterior é capaz de cegar o homem, o impedindo de agir racionalmente e o fazendo acreditar na beleza ilusória daquilo que não presta.
Por isso o apóstolo João disse com muita propriedade “Não ameis o mundo, nem as coisas que há no mundo. Se alguém ama o mundo o amor do pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a vaidade da vida, não vêm do pai, mas sim do mundo.” (1 João 2 : 15).
As pessoas, sejam homens ou mulheres, jovens ou velhos, tem se deixado levar pela aparente beleza do pecado, e só quando estão completamente envolvidos nele é que irão descobrir o engano de sua beleza exterior.
O pecado tem esse poder de se disfarçar a ponto de parecer muito bonito, iludindo e mantendo cativos todos aqueles que se rendem aos seus encantos. Ele é uma bela fruta, com cores fortes e chamativas e uma aparência extraordinária. O problema é que no final ele traz consequências devastadoras para aqueles que o colhem.
A todo o momento o mundo nos apresenta novas frutas, lindas e encantadoras, mas que por dentro estão podres e bichadas. Cabe a nós vencer as tentações que são lançadas constantemente para que possamos viver a liberdade alcançada em Cristo e o verdadeiro amor do Pai. As coisas do mundo podem até parecer bonitas, mas quando se olha a essência é que se conhece sua podridão. Como diz o ditado, “parece mais não é”.

09 junho 2011

Pequenas Coisas que Fazem a Diferença


Enquanto o homem vive em busca de realizar grandes projetos, fazer coisas exorbitantes, com objetivo de chamar todas as atenções e ganhando a confiança daqueles que estão a sua volta, somos surpreendidos por pequenas lições reveladas através de pessoas que queriam apenas fazer diferente.
Nesses momentos parece que as pequenas coisas fazem uma diferença muito maior do que as grandes, que elas alcançam lugares maiores e, por incrível que parece, atingem o coração de uma forma tão simples e espetacular que acabamos ignorando seus feitos no dia a dia.
Quem nunca se surpreendeu fazendo algo pequeno, simples, mas que acabou causando um efeito enorme na vida daqueles que estão a sua volta. A palavra de Deus diz “Quem desprezará o dia das coisas pequenas?” (Zacarias 4: 10). Se analisarmos as entrelinhas do texto, sem desprezar seu contexto, chegaremos à conclusão de que o objetivo do autor era revelar a importância de atos considerados pequenos, do ponto de vista das pessoas, mas que no fim revelariam uma grande obra realizada.
Muitas pessoas ficam esperando o tempo de realizar grandes coisas na família, no trabalho e na vida, mas não percebem que pequenos gestos podem mudar completamente a história que estão escrevendo diariamente.
Pequenos atos de carinho e amor na família fazem uma diferença enorme. Pequenas responsabilidades assumidas na empresa podem leva-lo a lugares maiores. Pequenas atitudes no seu cotidiano podem fazer com as pessoas vejam você diferente.
Pode parecer insignificante, mas tente passar mais tempo com sua família. Compre um presente para esposa. Brinque com seu filho. Peça perdão, ame, sorria, cante, brinque... Você verá que pequenas atitudes trazem resultados surpreendentes.
O desejo das pessoas que convivem com você não é o seu dinheiro, seu carro, casa ou status social, tudo que elas querem é um pouco da sua atenção, carinho e amor. Elas querem apenas parte do seu tempo, da sua companhia, do seu respeito e gratidão.
Procure alimentar a expectativa de quem está perto de você com todas essas coisas, aparentemente insignificantes, e perceberá que são nas pequenas coisas que começam as grandes conquistas. São elas que fazem a maior diferença.

08 junho 2011

A Importância do Compromisso na Vida do Discípulo


Certa vez Jesus estava indo pelo caminho e algumas pessoas começaram a lhe dizer que estavam dispostas a segui-lo. Mas, uma após outra, acabava apresentando algum tipo de desculpa e voltava atrás para resolver o que seriam problemas inadiáveis.
Diante desse fato o Mestre disse: “Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o Reino de Deus.” (Lucas 9: 62). O objetivo do Messias era mostrar para seus discípulos, e para multidão que o seguia, a importância do compromisso na vida daqueles que decidiam segui-lo.
Diferente do que muitas pessoas imaginam estar compromissado não é apenas dizer que acredita, ir a igreja, cantar, dançar ou pular. Comprometer-se fala de entrega, de disposição para renunciar as próprias vontades, os próprios desejos e seguir o caminho que foi proposto. É estar disposto a se expor, mesmo que isso venha lhe causar algum tipo de dano.
Esse conceito serve para todas as áreas da vida de uma pessoa, seja em seu relacionamento com o Senhor ou qualquer outro tipo de relacionamento interpessoal que esteja participando.
Quando olhamos o contexto da passagem acima podemos perceber que as pessoas não estavam preocupadas em seguir Jesus, sua preocupação maior era estar ao lado de um cara popular, se tornar conhecido por andar com Ele. Mas, na primeira oportunidade que tiveram, seus interesses pessoais foram mais importantes do que o relacionamento que disseram buscar com o Mestre.
Da mesma forma, podemos encontrar centenas de pessoas espalhadas em nossas comunidades que tem feito alaridos tremendos dizendo seguir o Messias, mas quando são confrontadas por situações desanimadoras acabam recuando, deixando de lado o caminho que haviam proposto seguir, e voltando-se para as mesmas coisas que faziam antes.
Esse tem sido o tipo de relacionamento que a grande maioria das pessoas tem mantido com Yeshua em nossos dias. Estão com Ele até que seus interesses pessoais não sejam abalados. Enquanto for bom para seus negócios caminham juntos, como se fossem íntimos. Vivem um compromisso superficial e momentâneo, se é que isso pode ser chamado de compromisso.
Colocar a mão no arado significa assumir um compromisso verdadeiro, assumir a responsabilidade sobre certa obra ou trabalho, estar disposto a ir até o fim enfrentando todas as consequências para que possa terminar aquilo que começou.
Isso fala de uma vida tão compromissada que ninguém poderá impedi-lo de seguir o Mestre. Esse é o tipo de relacionamento em que nada poderá tirá-lo da rota que foi traçada. Segundo o Senhor, segui-lo é estar disposto a entregar a própria vida em prol do Reino de Deus.
Um bom exemplo de pessoa que decidiu assumir seu compromisso com Yeshua foi o apóstolo Paulo, em sua carta aos Gálatas ele declara o seguinte: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do filho de Deus, que me amou, e se entregou por mim.” (Gálatas 2:20).
Viver o compromisso de seguir a Cristo é estar disposto a deixar de viver a própria vida, obedecendo aos mandamentos do Messias, a tal ponto que Ele venha assumir o compromisso de viver em você. Isso significa assumir uma aliança com Ele que ninguém poderá quebrar.

06 junho 2011

Não Confunda a Voz de Deus


As pessoas vivem repassando as coisas como se fossem verdade sem ao menos procurar saber se aquilo que dizem condiz com a verdade. Por esse motivo encontramos vários indivíduos completamente enrolados, com suas vidas destruídas, pois falaram ou fizeram algo de errado como se fosse certo.
Um bom exemplo disso é o de um provérbio muito utilizado em nosso meio para justificar os pecados cometidos pelo povo sem ao menos se preocupar em conferir se o que estão falando é realmente verdade. Esse provérbio diz assim: “A voz do povo é a voz de Deus”.
MENTIRA! Deus não é uma pessoa volúvel, Ele não é Maria vai com as outras e muito menos alguém sem personalidade que fala o que todos estão falando. Outro fato importante é que o Eterno nunca vai de encontro aos seus próprios princípios. Ele não se deixa levar pela maioria.
Aqueles que se utilizam dessa frase para justificar suas atitudes e palavras são completamente desinformados, não conhecem o caráter do Altíssimo, além de não terem o menor compromisso com a verdade. Querem apenas se esconder do erro jogando à culpa para cima de Deus.
O Senhor Jesus disse que as pessoas erram por não conhecerem as escrituras e nem o poder de Deus. Elas têm uma visão errada do Eterno e acabam distorcendo, ou inventando atitudes e palavras como se fossem de autoria do Senhor. Nenhum conhecedor das Sagradas Escrituras seria capaz de dizer uma inverdade como essa.
Aqueles que conhecem a Bíblia sabem que o único compromisso do Senhor é com a verdade, que Ele não está preocupado em agradar a maioria para satisfazer seus desejos. Não se iluda, a voz do povo não é a voz de Deus. Ele não se deixa levar pelas motivações pecaminosas do coração humano. O Senhor é a verdade imutável, o homem é que precisa ouvi-las e mudar seu estilo de vida se adequando a vontade do Eterno.
A voz de Deus é perfeita, pura e santa. Suas palavras trazem cura libertação e santificação. Elas nunca estão ligadas ao pecado, nem poderão ser usadas para satisfazer o ego e a vontade da maioria. 

02 junho 2011

A Lei do Senhor é Perfeita, e Refrigera a Alma


Ao ler os capítulos do livro de Êxodo, o leitor irá se deparar com o cuidado de Deus para com seu povo Israel. Nele podemos encontrar o Senhor o libertando do Egito, o guiando pelo deserto e provendo suas necessidades desde as maiores até as menores.
A ideia passada pelo autor é de que nada escapa aos olhos atentos do Eterno, o que fica evidenciado quando o Senhor começa a ditar suas leis a Moisés. Ali são narrados princípios que direcionarão o povo em todas as áreas de suas vidas.
Há, da parte do Altíssimo, uma preocupação com a vida individual e em comunidade do povo. Ao analisar as leis se perceberá que as consequências para determinado tipo de pecado visavam responder positivamente o censo de justiça que a comunidade estaria aplicando em cada caso.
Não é por acaso que vários países elaboraram sua constituição baseada em vários princípios bíblicos que regiam a nação de Israel tamanha perfeição dos ensinamentos ali encontrados. É claro que esses países não transcreveram, infelizmente, todos os mandamentos escritos por Moisés.
Essa perfeição faz lembrar as palavras do Salmista ao declarar que “a Lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos símplices” (Salmos 19: 7).
Quando olhamos o mundo a nossa volta e observamos tanta maldade e injustiça ficamos atônitos, é como se não houvesse um lugar seguro onde descansar. Mas, essas palavras ditas pelo salmista, entram como bálsamo em nossos corações e nos fazem lembrar a grandeza e misericórdia do Senhor.
Ao ler esse texto somos incentivados a voltar nossos olhos para as palavras do Eterno, tendo a certeza de que nelas encontraremos refrigério, direção e sabedoria. Elas nos fazem perceber que em meio a toda injustiça do mundo o Senhor permanece o mesmo. Nos Seus testemunhos encontramos cura, libertação, provisão e descanso.
A palavra refrigério aponta para uma alegria plena, uma satisfação que não pode ser encontrada em nenhum outro lugar. Outros conceitos importantes são os do consolo, do conforto, do alívio e da cura que só a palavra de Deus pode trazer ao coração humano.
A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma.

01 junho 2011

O Valor da Unidade


O mundo gasta quantias exorbitantes a procura de novas tecnologias bélicas com objetivo de melhorar suas armas, tanto de ataque quanto de defesa. Nenhuma outra instituição investe tanto quanto a indústria do armamento. Anualmente gastam milhões em dinheiro na pesquisa e construção de novas armas que possam proteger a população e os soldados em campo de batalha.
É claro que essa corrida armamentícia é muito mais motivada pela ganância dos poderosos que tem como único objetivo faturar à custa das infinitas guerras espalhadas pelo mundo do que simplesmente proteger.
Mas, quando se chega a um campo de batalha, ao deparar-se com o inimigo o soldado percebe que, por mais bem equipado esteja, nada do que carrega é suficiente para protegê-lo dos ataques inimigos. Até porque, seu adversário também está armado, e muitas vezes conhece o terreno melhor do que ele.
É nesse momento que o soldado percebe a importância de se trabalhar em equipe. Isso porque, a maior defesa de um homem não está no seu colete à prova de balas, em seu capacete, no tanque de guerra ou em qualquer outro armamento moderno que possa disponibilizar para a batalha, sua maior defesa é o companheiro que está do seu lado.
O autor de Eclesiastes aborda esse tema de forma fantástica, ele diz o seguinte: “É melhor serem dois do que um [...] se alguém quiser prevalecer contra um, os dois o resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.” (Eclesiastes 4: 12). Em outras palavras, se um inimigo entrar em guerra contra uma pessoa o seu companheiro o protegerá, de forma que poderão vencer juntos a batalha.
Não existe melhor defesa do que a unidade de uma equipe, quando todos os que estão envolvidos em determinado empreendimento se juntam para trabalhar, como se fossem apenas um, tornam-se imbatíveis.
Não é a toa que o inimigo tenta destruir essa unidade, ele sabe que se conseguir fazê-lo destruirá a maior defesa de um exército. Por melhor que sejam as armas de ataque um exército se torna vulnerável se não estiver unido. Unidade aponta para proteção, ajuda, apoio, cuidado e porque não dizer estratégia.
Como igreja travamos uma luta diária contra o inimigo. O Apóstolo Paulo diz que ela não é contra carne nem sangue, mas contra hostes espirituais da maldade que operam nas regiões celestiais. Por isso, precisamos estar preparados para essa batalha, não nos esquecendo de que juntos somos mais fortes.
Há uma frase que diz “Sozinho você pode até chegar mais rápido, mais acompanhado se chega mais longe.” Saber dividir sua luta com outras pessoas faz parte do caminho correto para se chegar cada vez mais longe em sua trajetória.
Enquanto alguns se preocupam apenas em lutar confiando em seu poder bélico, no seu conhecimento, os sábios juntam suas forças, se unem em um só propósito, com objetivo de derrotar o inimigo. A unidade é uma arma utilizada pelos sábios na árdua batalha do dia a dia.

NOSSO SOCORRO