29 abril 2011

Evangelho Fácil e Descomplicado


Imagine um evangelho fácil, onde as pessoas podem fazer o que querem sem se preocuparem com qualquer tipo de repreensão. Algo meio que descomplicado e sem muitas exigências, sem ninguém pegando no seu pé ou tentando ensinar o que é certo ou errado.
Infelizmente é esse tipo de evangelho que está surgindo nesses últimos dias. Parece que as pessoas perderam a visão do que realmente é Reino de Deus e tem buscado viver somente sua própria vontade. A maioria não tem mais a preocupação com o sagrado, perdendo a visão do que é viver a vontade do Eterno.
Muitos pregadores se limitam a pregar um evangelho voltado para as vontades humanas, onde os desejos e prazeres são correspondidos segundo seu próprio querer, esquecendo-se completamente de pregar o evangelho genuíno que tem como objetivo principal a transformação do caráter do indivíduo.
O homem vive o evangelho das facilidades, onde tudo é permitido, não precisa largar nada, basta frequentar a igreja que todos seus problemas serão solucionados automaticamente em um piscar de olhos. Algo do tipo sem esforço, sem renuncia, ou arrependimento diferente daquele pregado por João Batista, Jesus e os Apóstolos.
O evangelho fácil e descomplicado não tem mais as cobranças por santidade ou compromisso, basta seguir sem preocupação, sem nenhum esforço ou sombra de mudança. Nos dias atuais parece que as facilidades aumentaram à medida que as verdades diminuíram.
Se há alguns anos era necessário largar tudo e morrer para poder viver em Cristo hoje tomaram o caminho inverso, viva intensamente o mundo e suas paixões sem precisar largar nada por Jesus. Isso sem contar a troca de valores onde o ter é mais valorizado do que o ser.
Mas, mesmo diante de tudo isso, a verdade é que o evangelho genuíno e autentico não mudou, permanece o mesmo. Nele a felicidade do homem está apenas em fazer a vontade de Deus arrependendo-se dos seus pecados e reconhecendo Yeshua como único Senhor e Salvador de sua vida. Nada de meias verdades, firula, propaganda ou promessas. Segundo esse evangelho complicado é viver longe da vontade do Altíssimo.

26 abril 2011

Tempos modernos

Os tempos modernos tem causado um frenesi desenfreado na humanidade. Todos os dias encontramos pessoas completamente alienadas, trabalhando e correndo com objetivo de alcançar e comprar coisas novas.

Nessa busca passam por cima de princípios, afastam-se da família, comprometem a saúde, e muitos acabam perdendo a própria vida. São tão alienados com desejo de ter que acabam se esquecendo de cuidar das coisas primordiais da vida, comprometendo até mesmo o seu relacionamento com o Eterno.
Esse tempo moderno imprimiu um ritmo muito rápido, a todo o momento surgem modelos novos para substituírem os antigos, isso sem contar o número excessivo de propagandas que são lançadas a todo o momento impelindo as pessoas a adquirirem novos produtos mesmo sem ter necessidade. As pessoas compram por puro prazer em comprar.
Quando abordamos esse tema não estamos falando do desejo de melhorar, de adquirir novas coisas, mas sim das atitudes desenfreadas daqueles que vivem apenas buscando ter e acabam se esquecendo das coisas primordiais da vida. Alguns, nessa ânsia por comprar, acabam vivendo apenas para satisfazer seu próprio ego.
Normalmente, os que passam a viver dessa forma acabam expressando características padronizadas como egoísmo, autossuficiência, independência, orgulho, etc. Outro ponto importante é que vivem maltratando, ou subjugando, as pessoas a sua volta para alcançar seus objetivos.
O que a grande maioria esquece é que todas essas coisas passarão. Chegará o dia em que seremos chamados pelo Criador para estar diante dele e nada pelo qual trabalhamos a vida inteira será suficiente para suprir suas exigências.
O Apóstolo Paulo diz que não trouxemos nada para esse mundo e que também não podemos levar nada daqui (I Timóteo 6: 7), portanto, não adiante viver preocupado em ter, comprar, adquirir, sem propósito ou necessidade, passando por cima de princípios e destruindo os relacionamentos interpessoais.
É preciso entender que a busca por todas essas coisas só se faz necessária quando o objetivo é trabalhar para que tenhamos o melhor a oferecer para as pessoas que estão a nossa volta sem manifestar as atitudes que podem nos afastar delas, e lembrando sempre que não trouxemos e não levaremos nada desse mundo.

22 abril 2011

Páscoa, a Revelação do Amor

Todos os anos milhares de pessoas comemoram a Páscoa sem ao menos conhecer realmente seu real significado. Pensam que é apenas mais uma comemoração onde podem trocar ovos de chocolate vindos de um tal coelhinho da páscoa.
Outros, mais radicais, levam para religiosidade onde alimentos específicos são comercializados como se fossem os únicos permitidos nesse período. Mas, qual é o real sentido da páscoa? O que realmente se comemora?
A páscoa é a realização do projeto de Deus em salvar a humanidade do salário do pecado. Ela é o maior investimento de toda história para pagar o preço pela vida daqueles que Adonai criou.
O Apóstolo João diz que “Deus amou o mundo inteiro de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3: 16). Ninguém mas do que o Criador investiu na sua vida.
O real sentido da páscoa não é o ovo de pascoal, não é a doçura do chocolate, não são as lindas imagens de coelhos inocentes espalhadas pelas lojas que tem como único objetivo faturar. O verdadeiro sentido foi revelado há dois milênios atrás, quando o Messias aceitou espontaneamente sua missão de morrer para salvar a humanidade.
Esqueça os ovos, os chocolates, os brindes e brincadeiras, a Páscoa é na verdade a revelação, é a manifestação física, do amor do Pai pela humanidade, foi o momento onde Ele foi capaz de entregar aquilo que tinha de mais precioso para que o homem pudesse ser livre do salário do pecado.
Para desfrutar desse amor basta aceitar Jesus, o Filho de Deus, que se entregou na cruz do calvário por amor a você, como único e suficiente salvador de sua vida.

20 abril 2011

Vende-se O Amigo


Era véspera de feriado nacional, quando ele saiu do local do jantar onde acabara de fazer a última refeição com seu amigo. Naquele momento sua respiração estava ofegante, seu olhar desconfiado e no seu rosto a incerteza do que aconteceria nos momentos seguintes.
De longe o homem avista seu destino e acelera um poucos os passos, olha a todo o momento para os lados para saber se não tem ninguém conhecido no local. Ao chegar perto da porta respira fundo, como quem toma coragem, bate e é logo atendido por um senhor de idade que o convida a entrar.
Nesse momento um silêncio assustador toma conta do lugar, todas as atenções se voltam para ele, os presentes param todos os seus afazeres para observá-lo. Estão todos surpresos com sua presença, ninguém o imaginaria ali naquele momento.
- Quero lhes propor um acordo. Vendo para vocês meu mestre e amigo por trinta moedas de prata. Por esse preço o entrego ainda hoje.
Aquele momento foi extremamente espantoso, mesmo para aquele grupo de homens que buscavam a todo o momento uma oportunidade de prender Jesus. Isso porque, ninguém esperava que tal oportunidade partisse da iniciativa de um dos homens que fazia parte do restrito ciclo de amigos do Messias.
Você já imaginou, um amigo sendo negociado em uma sala como se fosse uma mercadoria de balcão que pode ser encontrada em qualquer lugar?
É difícil entender a atitude de Judas naquele momento, tal assunto já gerou várias especulações, mas o real motivo que o levou a fazer aquilo ninguém nunca saberá.
Para que possamos entender melhor o assunto utilizaremos o termo trair, como é usado nas escrituras. Sendo assim, Judas traiu Jesus por trinta moedas de prata. Se partirmos desse pressuposto veremos que muitos também tem incorrido no mesmo erro traindo o Mestre .
Alguns traem Yeshua por um emprego mixuruca que ainda paga mal, outros por uma noite de prazer, tem aqueles que o fazem por uma bebida, um trago, uma mentira, uma piada, etc. Talvez a moeda utilizada seja outra, mas o preço é sempre o mesmo, a traição.
O grande problema da traição não é apenas o insignificante preço pago, mas as consequências para o traidor e para o traído. Logo após trair Jesus um grande remorso tomou conta de Judas e o levou ao suicídio.
Veja que existe uma grande diferença entre remorso e arrependimento. O primeiro anestesia a dor da culpa, mas não gera cura, já o segundo, embora mais difícil, traz cura e conserto. Muitas pessoas cometem o mesmo erro de Judas, mas preferem correr para corda do suicídio espiritual voltando para o mundo porque não tiveram a coragem de trilhar o caminho do arrependimento.
Fugir não resolve o problema, não apaga a culpa, não tira a dor e nem traz a presença de Deus de volta. A única coisa capaz de curar o coração e alma de um traidor é o arrependimento genuíno, é reconhecer a culpa e voltar atrás. Com certeza o Eterno é um Deus de justiça, mas também é misericordioso e não rejeita a oração de um coração contrito. 

19 abril 2011

Ensinando a Palavra

Há alguns dias recebi por e-mail a história de uma conversa entre a filha, ainda criança, e sua mãe. Abaixo transcrevo o texto da maneira que recebi para que possamos meditar sobre ele juntos.
Uma menina, apontando para uma Bíblia que nunca era aberta, pergunta à mãe:

-De quem é esse livro?
Muito surpresa com a pergunta, 
a mãe responde:
-Porque, anjo, você não sabe?
Este é o livro de Deus.
A menina, mostrando que tinha 
raciocínio rápido, completou:
-Não acha que seria melhor devolver pra Ele? 
Ninguém por aqui o lê.

O mais triste dessa história é que isso acontece todos os dias nos lares de diversos homens e mulheres que dizem servir a Deus. Parece que nos esquecemos das coisas primordiais.
Se observarmos a palavra do Senhor veremos uma instrução direcionada aos pais que fala justamente dessa responsabilidade de ensinar as crianças sobre a palavra do Altíssimo.
Moisés diz: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.” (Deuteronômio 6: 6,7). Ao analisarmos o texto chegaremos à conclusão de que essa ordenança diz respeito não só ao que falamos, mas também dos exemplos que passamos.
Todos sabem que as crianças aprendem por imitação, elas fazem aquilo que veem os pais fazendo. Portanto, mais do que simplesmente dizer que ela deve ler a Bíblia é preciso demonstrar com atitudes que essa prática também faz parte do seu viver.
Não podemos correr o risco de perder nossas crianças para o mundo porque nunca assumimos a responsabilidade de ensinar-lhes a palavra de Deus. Isso não é responsabilidade de terceiros, mas dos pais.
As crianças estão vendo o que você está fazendo, o exemplo de dentro de casa é o maior ensinamento que elas podem ter. Portanto, que seu filho te surpreenda todos os dias lendo a palavra de Deus e seguindo seus ensinamentos porque ele fará aquilo que você faz.

18 abril 2011

O Doce Gosto da Conquista


Não há nada melhor do que o gosto de uma nova conquista. É como se as forças se renovassem, como se toda luta, todo esforço empregado, estivessem sendo recompensados com o momento de glória chamado vitória.
O que muitas pessoas não entendem é que até chegar a esse momento muitas barreiras já foram vencidas, muitos gigantes já foram derrubados, e em alguns casos, muitas lágrimas já foram derramadas para que a conquista fosse concretizada.
Existem aquelas pessoas que tentam diminuir a grandeza da vitória alcançada, tentando tornar normal, natural e até mesmo banal todo empreendimento realizado para se chegar a esse momento fantástico.
Mas, o certo é que ninguém consegue valorizar tanto a conquista como aqueles que participaram da grande jornada até o topo. Pergunte, por exemplo, ao maratonista que venceu todos os obstáculos para chegar em primeiro lugar. Pergunte ao jogador que superou seus limites para vencer o campeonato. Com certeza, a resposta será sempre a mesma, “foi difícil, mas consegui. Esse é um momento único em minha vida”.
É claro que quando falamos de conquista não nos referimos apenas as do esporte, mas de cada empreendimento que uma pessoa consegue vencer todos os desafios até chegar ao objetivo proposto. Nesse sentido podemos colocar qualquer meta alcançada pelo individuo, desde uma pequena vitória pessoal até uma conquista que seja visível a toda comunidade.
Podemos tomar como exemplo aqueles que venceram doenças, crises financeiras, o desemprego, e qualquer outra batalha travada em sua vida, mas que no final puderam sentir o doce gosto da conquista.
O desejo de alcançar novos objetivos, de vencer, faz parte da natureza humana, todos os dias as pessoas vivem correndo para que de alguma forma possam conseguir conquistar novas metas, novas vitórias.
O grande problema é que muitas pessoas esquecem de que nunca conseguiriam vencer sozinhos. O vencedor precisa entender que para conquistar alguém lhe deu apoio, treinamento, estimulo e força. Ele precisa lembrar que se estivesse sozinho não conseguiria chegar ao topo, nunca sentiria o gosto da vitória.
Outro ponto importante é que não conseguiriam conquistar se Deus não estivesse ao seu lado, se não lhes desse sabedoria, renovasse as forças e desse saúde para prosseguir. É preciso ter a visão de que sem Ele as portas certamente não estariam abertas.
Saber reconhecer que não alcançou sozinho faz parte do estilo de vida dos grandes campeões, daqueles que são capazes de escrever seu nome na história. Cabe aos medíocres a tarefa de celebrar suas conquistas sozinho, sem reconhecer que houve o trabalho de inúmeras pessoas para que pudessem chegar até o final.
A gratidão, a humildade e a determinação fazem parte da vida dos grandes conquistadores, esses podem dizer que sabem o doce gosto de uma vitória, pois aprenderam a compartilhar com aqueles que estão a sua volta as grandes conquistas da sua vida.

15 abril 2011

A Vida é Mais do que Sobreviver

Muitas pessoas passam seus dias sobrevivendo. Como se a vida fosse apenas uma ilusão, uma fantasia que beneficia a uns e prejudica outros. Quantas vezes encontramos as pessoas enclausuradas em seus sentimentos sem deixar que as coisas possam mudar.
Sobreviver é deixar-se levar pela correnteza sem se importar com o que virá pela frente. Mas, o que muitos esquecem é que normalmente o fim da correnteza é um grande precipício, e as consequências da queda podem ser devastadoras.
 Não é a toa que o dicionário define sobreviver como o simples fato de continuar existindo após grande perda. Isso porque muitas pessoas não conseguem reagir a determinados momentos de dificuldades e acabam sucumbindo diante dos pensamentos que norteiam sua mente.
Existem vários motivos que podem levar uma pessoa a simplesmente sobreviver. Podemos tomar como exemplo a morte de um ente querido, a perda de um grande amor, a crise financeira, a depressão e várias outras coisas capazes de gerar no coração de alguém o desejo de apenas continuar existindo.
Encontramos na Bíblia a história de um homem, chamado Gideão, que por causa de uma crise sobreviveu por alguns anos, até que teve um encontro com o Senhor e acabou sendo curado de suas feridas podendo viver intensamente os projetos de Deus.
Aprendemos muita coisa com a história desse homem, a primeira é que por pior que tenha sido o trauma em nossas vidas não podemos ficar presos ao passado como se ele fosse um fantasma. É preciso aceitar as novas possibilidades dadas por Deus para que venhamos crescer e entender que nem tudo está perdido.
A segunda coisa importante que precisamos aprender é que o Senhor nos criou com um propósito. Quando a pessoa sofre algum tipo de perda o inimigo começa a jogar em sua mente milhares de pensamentos negativos que tem o objetivo de anular o propósito do Altíssimo em sua vida.
Você já notou que normalmente esse tipo de pessoa vive utilizando a frase “vou levando?” Isso aponta para uma terrível perda da visão que havia sido estabelecida por Deus para sua vida. Portanto torna-se extremamente necessário que a pessoa venha entender que precisa deixar os pensamentos negativos de que tudo está perdido de lado e começar a lutar pelo propósito pelo qual foi criado.
A terceira coisa que precisamos aprender é deixar de lado a autodesvalorização. Uma das primeiras coisas que acontecem quando sofremos alguma perda é achar que não somos nada, que não somos ninguém, que o outro é melhor e mais capacitado, que não vai poder fazer porque fulano não está mais ao seu lado, quando na verdade tudo isso não passa de mentira para paralisar a pessoa.
A partir do momento em que Gideão se deixou ser curado por Deus a vida voltou a jorrar em seu interior, as possibilidades começaram a mudar, a ousadia, a intrepidez, a fé e a coragem voltaram a fazer parte do seu vocabulário e ele pode lutar para que houvesse mudança, para que ele e o seu povo fossem libertos do inimigo.
Podemos escolher entre continuar existindo sem reação alguma, deixando a vida nos levar, em um ato de pura sobrevivência, ou escolhemos nos levantar e viver plenamente, lutando para alcançar os melhores lugares que já foram preparados por Deus para cada um de nós.
A vida é mais do que um simples ato de sobrevivência, ela é um dom que não pode ser desperdiçado por causa uma perda. Portanto, viva intensamente tudo aquilo que Deus tem preparado para você. A perda não pode paralisar o seu futuro.

13 abril 2011

Armadilhas Sutis

Não se sabe explicar o porquê, mas parece que todas as armadilhas tem um poder de atração sobrenatural sobre suas vitimas. Dificilmente um animal consegue escapar de uma arapuca bem montada.
As armadilhas são objetos sutis, com uma visão atraente e recheadas de tudo aquilo que o alvo mais deseja. Por exemplo, quando alguém deseja pegar um pássaro irá colocar os tipos de comida que chamem a atenção da espécie especifica que quer. Quando quer pescar vai utilizar a isca referente a cada espécie de peixe.
Assim é a raça humana, todos os dias ela está se deparando com diversas armadilhas preparadas no decorrer do caminho que tem como único objetivo prendê-la. O pior é que normalmente as pessoas caem nessas armadilhas como sabiá cai na arapuca.
O inimigo arma suas armadilhas para tentar aprisionar o individuo de alguma forma. E para que possa enganar a pessoa sem que ela perceba estar indo de encontro a uma arapuca ele coloca lá dentro todos os manjares mais desejáveis a cada um.
Se fizermos uma analogia entre a arapuca física, feita para pegar pássaros ou animais, e a espiritual perceberemos que o objeto utilizado como armadilha é o pecado, e as iscas são os desejos, ou como diz o Apóstolo João, as concupiscências da carne. Aquilo que mais desejamos normalmente é aquilo que irá nos manter presos nas armadilhas do inimigo e nos impedirá de desfrutar da liberdade que o Senhor nos dá.
A pior coisa da armadilha é que ela sempre será feita de forma que possa conseguir pegar sua presa sem deixá-la escapar, isso significa que se alguma coisa cair será quase impossível sair sozinho. Por isso o passarinheiro tenta de todas as formas cativar a presa com todas as delicias capazes de prendê-la na pequena jaula.
As iscas utilizadas pelo inimigo podem variar, desde um pequeno copo de bebida, algum tipo de droga, sexo, dinheiro, mentira e várias outras coisas que servem para chamar a atenção do individuo até a armadilha do pecado, mas o fim será sempre o mesmo, a prisão.
As sutilezas das armadilhas muitas vezes impedem que a presa consiga se livrar dela sem que haja alguma ajuda de fora, elas são feitas para mascarar a verdadeira razão daquele objeto estar ali.
Mas, a Bíblia nos garante que “Deus nos livrará do laço do passarinheiro [...]”, isso significa que por pior e mais sutil que seja a armadilha feita pelo inimigo, se a pessoa der ouvidos a palavra do Senhor, se obedecer a sua vontade, nenhuma armadilha do inimigo poderá prendê-lo.

12 abril 2011

Agentes de Transformação


Muitas pessoas não compreendem, mas foram criados para transformar esse mundo. Toda manhã quando você acorda o Criador deposita em você toda a confiança para que realize aquilo que Ele projetou para sua vida.

Isso independe do que goste de fazer, do que goste de comer, dos seus hobbies e tudo mais, o certo é que há dentro de você uma chama  impelindo-o a cumprir seu chamado. Alguns não percebem, mas o desejo de fazer algo mais, de ser útil ou de simplesmente ajudar fazem parte do plano divino para que você prospere na missão que o Eterno o chamou realizar.
Alguns, talvez questionem o fato de serem agentes de transformação, argumentam que gostam mesmo é de cantar, outros talvez digam gostar de tocar, escrever, limpar, cozinhar, ouvir, falar... e sabe-se lá quantas outras tarefas utilizarão por aí como desculpa para que permaneçam inertes, quando na verdade os dons são as ferramentas dadas pelo Senhor para que possam trabalhar.
O objetivo do Senhor é que você utilize seus dons para de alguma forma mudar o mundo a sua volta. Ser agente de transformação é levar o amor de Deus a todas as criaturas através daquilo que você gosta e sabe fazer.
Certa vez, quando Jesus estava reunido com seus discípulos Ele utilizou uma ilustração muito simples para mostrar-lhes que seriam agentes de transformação. O Mestre disse: “vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte.” (Mateus 5: 14). Não sei se você já parou para meditar sobre esse assunto, mas a Luz nada mais é do que um agente de transformação.
Podemos estar reunidos em um lugar escuro, mas se uma pequena fagulha for acesa todos os que estiverem no ambiente notarão a diferença. Isso ocorre porque a luz tem o poder de dissipar as trevas, de transformar a sombria escuridão em claridade. Assim somos nós, a luz desse mundo, os agentes de transformação de Deus.
Você foi chamado para levar a luz onde houver trevas, para transformar a vida das pessoas com brilho da sua vida, com a glória do Altíssimo que resplandece através de você.  Essa luz são suas atitudes, seu modo de ser, seu caráter.  Ela é refletida nesse mundo todas as vezes que você decide viver e fazer a vontade do Senhor na sua vida.
Brilhar é uma escolha, uma decisão. A pessoa precisa compreender que ela foi criada por Deus para resplandecer o brilho da sua glória. Ela precisa tomar a responsabilidade de tal missão e começar agir como instrumento de transformação.
Portanto, não importa se você canta, prega, escreve, limpa, ou faz qualquer outra coisa na vida, o que realmente importa é se você será capaz de abrir mão de sua própria glória para que através de você outros venham ser transformados.
Um agente de transformação vive para refletir a luz de Jesus na sua geração, levando o amor de Deus para todos aqueles que ainda precisam conhecê-lo.


11 abril 2011

Tentar Fugir da Culpa o Afasta de Deus

 A primeira coisa que a pessoa faz quando quer tirar o foco de cima dela é apontar o dedo para outra pessoa acusando-a de ter feito algo de errado. Em alguns casos tal acusação até pode ser verdade, ou tem algum fundo de verdade, mas o objetivo principal do acusador era apenas escapar da acusação.
Isso acontece todos os dias, em todos os lugares e em todas as classes sociais. O que mais se encontra são pessoas que não tem o menor escrúpulo em desviar-se da culpa jogando a responsabilidade para cima de outra pessoa com uma facilidade tão grande que muitas vezes acabam convencendo de que estão certos.
O grande problema nesse tipo de atitude é que a pessoa acaba se afastando cada vez mais de Deus. Isso porque, o Senhor prefere o homem arrependido, que reconhece seus erros do que o astuto que vive fugindo da culpa.
Quando uma pessoa opta por jogar a culpa do seu erro para cima de outra pessoa está demonstrando a má formação do seu caráter.
A acusação pode ser um bom estilo de fuga da realidade, onde a pessoa que acusa tenta se isentar da culpa e fugir das consequências dos seus atos, mas acaba trazendo apenas condenação ainda maior sobre sua vida.
A Bíblia diz que o Senhor “[...] não toma o culpado por inocente.” (Naum 1:3). Por mais que o homem tente se esconder dos seus erros, e que talvez consiga enganar aos homens, ninguém engana ao Eterno, e no seu tempo terá que dar contas a Ele.
 Portanto, jogar a culpa para cima de outra pessoa por um erro que você mesmo cometeu pode até convencer aos homens, mas não engana ao Senhor, e no seu devido tempo Ele fará com que as consequências dos seus atos tenham o devido pagamento.

08 abril 2011

A Quebra de Princípios Gera Condenação

                É interessante como as pessoas tem a facilidade de buscar sempre aquilo que é errado, parece que o erro tem mais valor do que aquilo que é certo. O ser humano tem a facilidade enorme de quebrar princípios, volta e meia encontramos alguém enrolado porque optou por fazer aquilo que é errado.
Talvez pela facilidade, outras vezes pela adrenalina, mas a verdade é que o homem tem o prazer de andar na contra mão do sistema. O problema é que as pessoas se esquecem de que toda ação gera uma reação em cadeia, e que normalmente ela se volta contra a própria pessoa que a praticou. Quando alguém quebra um princípio atraí sobre sua vida as condenações cabíveis aquele erro.
Podemos tomar como exemplo o código de trânsito, nele encontramos inúmeras regras, ou princípios, que tem como objetivo a proteção dos pedestres e motoristas. Se em algum momento o condutor do veículo decidir ultrapassar o sinal vermelho está infringindo uma lei, e consequentemente atraindo para si condenação. A quebra de um princípio, ou lei, abre precedentes para uma reação em cadeia que vai desde uma multa por excesso de velocidade, até retenção do veículo e da CNH.
Isso ocorre em todas as áreas da vida, todas as vezes que alguém quebra uma lei, atrai sobre sua vida condenação por causa da transgressão. O Senhor diz que “a alma que pecar, essa morrerá.” (Ezequiel 18: 20). Em outras palavras Adonai está dizendo que todos aqueles que decidirem por espontaneamente quebrar os princípios estabelecidos por Ele terão como paga do seu erro a morte.
Ao ser humano foi dada a capacidade de poder escolher entre aquilo que é certo ou errado, de ponderar suas atitudes, de pensar antes de agir, por isso não há desculpa quando alguém quebra as regras, principalmente quando as quebra por simples prazer ou satisfação.

07 abril 2011

Eternos Insatisfeitos


A humanidade vive insatisfeita com tudo. Diariamente homens, mulheres, jovens, adultos, ricos ou pobres reclamam do porque não terem conseguido alcançar determinado objetivo. Essa tal insatisfação vai de uma pequena falta de atenção por parte de alguém, até os projetos mais complexos.
Para os insatisfeitos, quanto mais eles tem mais querem, e quando chegam a conquistar aquilo que tinham colocado como objetivo perdem toda alegria por pensar que poderiam ter conseguido algo melhor.
Em determinados momentos essa insatisfação não é ruim, ela é capaz de levar a pessoa a crescer, expandir seus conhecimentos e projetar novos objetivos. O problema é quando a insatisfação ultrapassa a linha do normal e começa a se transformar em ingratidão.
Muitas pessoas, em nome da realização dos projetos acabam se esquecendo de valores e pessoas fundamentais para sua sobrevivência e crescimento. Elas perdem os valores em nome do desejo de melhorar, de alcançar novos patamares, novas conquistas.
Alguns, acabam se deixando levar por erros primordiais que podem levar a pessoa a decadência e solidão. Nesse momento a mentira, o egoísmo, a inveja, a frieza e várias outras atitudes e sentimentos começam a fazer parte do seu modo de viver impedindo que a pessoa enxergue que está trilhando um caminho de plena destruição.
Outro ponto importante é que a insatisfação faz com que o indivíduo perca os relacionamentos que normalmente são fundamentais para a sua sobrevivência e seu crescimento, além de abrir uma brecha para que entre em um estado de solidão profunda.
O primeiro relacionamento a ser rompido é aquele que a pessoa mantinha com Deus. Em muitos casos a insatisfação leva o homem a pensar que Deus não está mais com ele, que o Senhor não atende mais suas orações, quando na verdade é a própria pessoa que está se afastando do Eterno gradativamente.
O segundo relacionamento a ser desfeito é o da família. Ao seguir os desejos de querer melhorar, conquistar, romper, algumas pessoas acabam virando as costas para as pessoas que realmente estão dispostas a lhe fazer crescer de forma madura e eficaz. Perder a visão da importância que tem o seio familiar é caminhar rumo ao fracasso.
A insatisfação, quando levada ao extremo, faz a pessoa perder a noção de valores, quebrar princípios e ser ingrato com aqueles que  realmente poderiam fazer-lhe crescer. A ingratidão é o resultado da insatisfação deliberada, sem freio, e que já se tornou egoísta.
É claro que existe uma insatisfação natural no ser humano, àquela que o leva a melhorar, que gera desejos de crescimento, que faz a pessoa pensar em atingir novos objetivos, que tira o ser humano da inércia. Mas não é dessa insatisfação que estamos falando, mas sim daquela doentia, sega e que denigre a imagem destruindo relacionamentos e levando a queda.
É necessário que se tome cuidado com a insatisfação desenfreada, egoísta, que denigre alma humana e faz com que a pessoa perca a noção de valores.
Um bom exemplo de insatisfação motivada por sentimentos de nobreza é a de Gideão, sua história se encontra no livro de Juízes e mostra um homem completamente insatisfeito com a miséria, escravidão e humilhação que ele, sua família e toda sua comunidade estavam vivendo.
Em seu coração havia um desejo de mudança, de transformação que pudesse mudar a história do seu povo, e motivado por esse desejo se rendeu ao chamado do Senhor para lutar por libertação.
Nessa história é possível encontrar a insatisfação sadia, que luta não apenas por seus próprios interesses e que é completamente limpa de todo orgulho, soberba e autoafirmação. Um projeto que tinha como objetivo mudar a história, mas que não fez o homem perder a noção de princípios que lhe haviam sido passados.
Portanto, não basta estar insatisfeito, mas saber se esse sentimento tem as motivações certas ou se ele é fruto do egoísmo da alma humana que busca seus próprios interesses e é capaz de passar por cima de tudo e de todos para alcançá-los. 

05 abril 2011

A Mentira é um Atestado de Paternidade


Hoje existe uma maneira muito simples de se provar a paternidade de uma pessoa, os chamados exames de DNA. Basta um fio de cabelo, um pedaço de tecido do corpo ou uma pequena amostra de sangue dos supostos pai e filho que logo se chega à conclusão se a paternidade é verídica ou não.

Com poucas chances de erro o exame analisa a estrutura do DNA de ambas as partes buscando certa igualdade em sua formação, caso ela ocorra à paternidade é certa. Em síntese, o exame prova a paternidade através da semelhança do DNA.
O interessante é que no mundo espiritual acontece da mesma maneira, sendo que a amostra de DNA que utilizamos é o modo de vida. A Bíblia diz que o diabo é o pai da mentira, ele é o mentor e idealizador de todos os atos mentirosos cometidos por uma pessoa na sua vida. Em contra partida, a mesma palavra declara que Jesus é a verdade, e que desceu do céu para restaurar a aliança do homem com Pai.
Para que possamos encontrar a paternidade de uma pessoa no mundo espiritual precisamos analisar suas atitudes e palavras a fim de podermos compreender de quem são filhos.
Muitas pessoas pensam que a mentira é somente o fruto dos lábios, aquela historinha que se conta para tentar tirar vantagem de determinada situação. Mas, se analisarmos bem veremos que ela procede do coração e que já está enraizada na estrutura de quem a pratica.
Se as atitudes de uma pessoa não condizem com aquilo que ela diz significa que está mentindo. Dizer que serve ao Eterno e praticar aquilo que é contrário a sua vontade significa viver baseado em uma mentira.
Quando confrontamos as atitudes e palavras de uma pessoa podemos atestar sua paternidade. Isso significa que o DNA espiritual do mentiroso será semelhante ao DNA do pai da mentira. Em contra partida o DNA de alguém que pratica e vive na verdade será semelhante ao do Pai da verdade.
Não estamos falando aqui de um escorregão, um deslize que acontece por uma distração no decorrer da caminhada, mas sim do viver diário de uma pessoa.
Diante desses fatos, podemos encontrar aqueles que tratam bem a família na presença da comunidade, mas que dentro de casa são agressivos, maldosos e incontroláveis. Esse tipo de pessoa vive na mentira, vive uma duplicidade de caráter que atesta apenas a paternidade do pai da mentira em sua vida.
Quando Jesus estava reunido com seus discípulos Ele disse que no grande dia, quando Ele voltar para buscar a sua igreja separará dois grupos. Se Analisarmos as entrelinhas da passagem veremos que de um lado estão os mentirosos, que passaram seus dias engando os outros e a si mesmos, e do outro lado todos aqueles que decidiram viver a verdade.
As palavras de Yeshua para o primeiro grupo são pesadas, “apartai-vos de mim, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.” (Mateus 25: 41). Isso porque o Pai conhece seus filhos e da a eles a recompensa que tem preparado.
Precisamos tomar cuidado com a maneira como vivemos, porque viver na mentira ou viver na verdade atesta nossa paternidade no mundo espiritual e define nossa eternidade.

04 abril 2011

Todo Milagre Começa Com Uma Atitude


Muitas pessoas estão dentro da igreja pedindo para que Deus faça um milagre, que Ele intervenha na situação que tem causado dor, frustração e medo em suas vidas. Nessa ânsia de buscar o milagre alguns acabam se esquecendo que existem alguns princípios preestabelecidos pelo Eterno.
A Bíblia conta a história de um homem cego, chamado Bartimeu, que mendigava pelo caminho. Um dia ele ouviu dizer que Jesus passava por ali e tomou uma atitude. Mesmo com dificuldades começou a clamar, ignorando a multidão que o inquiria a ficar quieto.
O que mais chama a atenção nessa passagem foi à atitude que Bartimeu tomou. Isso porque, ele poderia ter ficado parado, mas decidiu fazer alguma coisa. Podemos encontrar nas atitudes desse homem algumas características indispensáveis para que ele pudesse tocar o coração de Jesus e fazê-lo atentar para voz daquele homem.
A primeira característica importante que notamos na atitude daquele cego foi a sua fé. Ninguém consegue tocar o coração do Senhor sem fé. A Bíblia diz que “sem fé é impossível agradar a Deus.” (Hebreus 11: 6). A fé é o elemento essencial da vida cristã. Tudo no mundo espiritual se move por Fé.
A segunda característica importante na sua atitude foi a sinceridade. Sinceridade fala de transparência. Deus conhece o coração humano e sabe quando o homem age de forma sincera ou se há maldade em seu coração.
A Terceira característica importante em sua atitude foi a pureza. A atitude da pessoa não pode ser movida por sentimentos maliciosos, cheio de soberba, orgulho ou autossuficiência. A pureza aponta para o caráter da pessoa que clama a Deus. O apóstolo Tiago diz que pedimos e não recebemos porque pedimos mal, para gastar em nossos próprios interesses. Isso aponta para um caráter deturpado, sujo, impuro.
A quarta característica importante em sua atitude foi a humildade. Aquele homem reconheceu aos berros, para que todos pudessem ouvir que ele não era nada. Ele reconheceu sua miséria e entregou sua vida nas mãos de Yeshua para que Ele pudesse cuidar e curar.
A quinta característica importante em sua atitude foi a adoração. Diante de todos, sem vergonha nenhuma, Ele decidiu adorar ao Senhor reconhecendo sua soberania e autoridade.
Portanto, precisamos ter em nossos corações que nossa atitude diante das situações adversas podem mudar a nossa história. Aquele cego só alcançou a cura porque soube tocar o coração de Jesus, porque tomou uma atitude com objetivo de mudar a sua história.

01 abril 2011

Cuidado Com a Mentira


O ser humano gosta de complicar aquilo que é descomplicado, de transformar o fácil em difícil. Quantas vezes encontramos as pessoas completamente enroladas em situações que normalmente seriam resolvidas facilmente?
Uma das coisas que tem complicado a vida das pessoas, tornando-a mais difícil, é a tal da mentira. Essa sim é capaz de fazer o homem perder toda credibilidade diante daqueles que o cercam.
O pior nessa situação é que a pessoa que conta a mentira muitas vezes a faz de forma tão convincente que até ela age como se aquilo fosse verdade. O mentiroso normalmente perde a visão do correto e acaba por se enrolar cada vez mais.
Ao olharmos a nossa volta veremos quantos relacionamentos foram destruídos por causa da maldita mentira. Ela é tão maléfica para sociedade que é capaz de atingir todas as classes sociais abalando por completo a visão que as pessoas têm umas das outras. Nesse pecado são pegos religiosos, políticos, professores, pais, filhos, alunos, e tantas outras pessoas quanto forem possíveis numerar.
Pior do que a mentira é o estigma que a pessoa passa a carregar. Demora anos para que a fama de mentiroso seja tirada de uma pessoa, e na maioria dos casos o indivíduo nunca deixará de ser conhecido por esse adjetivo.
Embora, normalmente as pessoas contem suas mentiras para tentar se livrar de determinadas situações a verdade é que ela acaba por se complicar cada vez mais. A Bíblia diz que um abismo chama outro abismo. Assim é a mentira um abismo, que acaba levando a pessoa a cair em outros abismos, outras mentiras.
Portanto, é preciso ter cuidado na hora de contar determinada história, para que você não venha se complicar e cair na cilada do inimigo de que uma mentirinha não tem nada a ver. Cuidado com a Mentira, ela pode destruir sua reputação.


PROFISSIONAIS HUMANOS