18 outubro 2018

HOJE É UM BOM DIA!


Já reparou como na maioria das vezes se passa a vida inteira procurando uma oportunidade para fazer grandes mudanças, mas nunca se toma uma decisão condizente com este desejo? É impressionante como o ser humano tem a mania de protelar as coisas. Está sempre deixando para depois, e depois, e depois...

Normalmente, as desculpas são sempre as mesmas: “Não é à hora certa!”; “Não estou preparado para isto!”; “Ninguém me apóia nesta nova decisão!”; “Não tenho sorte!”; “não consigo!”; “Não sou capaz!”. Ufa! Estas são apenas algumas das frases que ouvimos diariamente, existem centenas de outras formuladas sempre com o mesmo propósito, desculpar-se por não fazer.

Há ainda aqueles que vivem deixando para amanhã. Justificam-se dizendo estarem ocupados, coisa e tal. Mas, na verdade, estão apenas procrastinando. Em termos bem crus, estão abandonando o projeto.

Pior, depois ficam dizendo que nunca conseguem nada; que o outro tem muita sorte; jogam sempre a culpa do seu fracasso para cima de alguém e nunca assumem a responsabilidade.

Todos recebem, diariamente, oportunidades iguais. Como diz o sábio Salomão, o sol nasce para bons e maus. O que fazemos com esta dádiva divina chamada vida é escolha pessoal. Ninguém pode mudar nada para o outro, não tem como aproveitar a oportunidade para o visinho. Nossas escolhas são, impreterivelmente, pessoais e intransferíveis.

É possível que alguns utilizem as intempéries da vida para justificar-se. Então vamos lá, mais uma vez. Dias atrás recebi duas histórias diferentes, de problemas parecidos. Na primeira o Joãozinho (nome fictício) soube da notícia de que estava com determinada doença, com uma gravidade mediana e completamente tratável. Diante do diagnóstico começou a reclamar de tudo, colocar empecilho para tudo, jogar a culpa para os outros, etc.

A segunda foi a história da Mariazinha (nome fictício), que passou mal de repente, foi levada ao hospital e diagnosticada com um câncer terminal. Tudo que os médicos poderiam fazer seria mantê-la internada para poderem fazer o tratamento e dar-lhe um final de vida que eles chamaram de digno e sem muita dor.

Mariazinha ouviu aquela notícia, levantou a cabeça e disse para os médicos: “Que viver presa aqui que nada, se só tenho estes meses de vida vou fazer tudo que sempre quis e não tive oportunidade. Vou aproveitar o pouco tempo que me resta. Vocês podem passar o tratamento que vou fazer normalmente, mas não vou ficar internada!”.

Para resumir as histórias, Joãozinho morreu de uma doença que havia todos os tratamentos possíveis, só porque se entregou. Mariazinha, quando ouvi esta história, já estava no terceiro ano pós-diagnóstico dos médicos, a doença já estava completamente controlada e ela continuava vivendo intensamente sua vida.

O que fez a diferença? Ela decidiu que o dia da descoberta de sua tragédia também era um bom dia para começar a viver.

E você, o que fará deste dia?




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17 outubro 2018

RESPEITO, REVELAÇÃO DO CARÁTER


Desde pequeno aprendi com meus pais alguns valores, que creio serem imprescindíveis para uma vida saudável. Estes englobam, não somente a vida pessoal, mas também os relacionamentos, a maneira como lidamos com as pessoas a nossa volta, seja de forma direta ou indireta.

Por exemplo, aprendi que devemos respeitar os mais velhos, os professores, os policiais, as autoridades e, não menos importantes, todos aqueles com quem convivemos. Segundo meus pais, quando respeitamos alguém estamos manifestando uma parte do nosso caráter.

Com passar do tempo, à medida que comecei a aumentar o circulo de convivência, tive a oportunidade de me deparar com professores excelentes, que fazem parte da minha história até hoje, pois eles continuaram a consolidação desta palavrinha chamada respeito, mas agora, inserindo-a no contexto educacional.

Quando comecei a trabalhar, ainda adolescente, período maravilhoso e de grande crescimento, que não denegriu em nada meu desenvolvimento educacional e muito menos como pessoa, pelo contrário, ampliou exponencialmente meu nível de entendimento sobre a necessidade de respeitar as pessoas a minha volta, independente de quem sejam.

Enfim, a cada nova experiência a compreensão da necessidade de respeitar os outros fora aumentando, gradativamente. Quando olho para a sociedade hoje, vejo as agressões, a intolerância e a falta de respeito como epicentro da maioria das atitudes, sempre motivados por interesses unilaterais.

Em muitos casos, observamos um contingente enorme de pessoas, no mínimo maliciosas, utilizando a palavra “respeito” com um único objetivo: promover-se. Isto porque, na prática, esta gente não passa de aproveitadores baratos, com intenções escusas e o desejo de dominação, de poder.

Respeitar o outro significa aceitá-lo, mesmo que sua opinião seja diferente, ainda que seu time seja outro, independente da sua ideologia política ou partidária, da sua escolha de vida. É claro que isto não significa concordar com todos os pensamentos e atitudes. Mas, em não concordando, que sua discordância não ultrapasse os limites da sobriedade.

Temos como grande modelo de respeito o Senhor Jesus, um homem que foi capaz de lidar com todas as indiferenças, que pensava diferente de uma maioria de sua época e que não concordava com o modo de viver da maior parte dos seus conterrâneos. Mesmo assim, ele nunca agrediu ninguém, nunca os tratou com grosseria ou tentou sobrepor a sua vontade e/ou ideologia.

Muitas vezes as palavras de Cristo foram duras, mas sem ofender; suas atitudes foram austeras, mas sem agredir; sua ideologia se opunha, mas sem imposição; sua discordância respeitava o direito divino do outro não querer aceitá-lo.

Infelizmente, na atualidade fala-se muito em respeitar, mas todos querem ditar como os outros irão viver. Defende-se o respeito, mas na prática só fazemos desrespeitar os demais. 

Respeito não é moeda de autopromoção, mais uma obrigação e manifestação de caráter. Entretanto, o inverso também é verdade, a falta de respeito é a revelação do mau caráter.



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13 outubro 2018

VAMOS FALAR DE AMOR


Enquanto o mundo destila ódio, precisamos levantar a bandeira do amor. Aliás, esta foi a máxima deixada pelo no Senhor Jesus, enquanto esteve aqui neste planeta. Sua ideologia, suas atitudes, seu comportamento, seu caráter e vida apontavam sempre para uma única direção: amar.

Ao olharmos para as páginas dos jornais, percebemos como a sociedade moderna não está muito diferente do povo do tempo de Cristo. Já naquela época os políticos defendiam suas ideologias com unhas e dentes; os partidários não mediam suas ações; matar, agredir e caluniar, em todas as esferas sociais, era algo normal.

A vida humana já havia perdido, há muito tempo, o verdadeiro valor. Todos buscavam apenas satisfazer seus próprios interesses e defender seus pontos de vista, independente do que fosse custar. Dentro desta dinâmica social, os contemporâneos do Mestre deixaram de observar duas coisas primordiais: o amor a Deus e o amor ao próximo.

Quando olhamos para a atualidade, não é mais ou menos isto que estamos vendo? Seja no dia a dia; nas redes sociais; nos canais de comunicação tradicional e nas relações interpessoais o que pensamos tem estado acima de tudo e de todos. O importante não é mais o se relacionar com Deus, aliás, para uma parcela satisfatória da população, o melhor seria que Ele “morresse”. O amor pelo ser humano também já não está mais lá estas coisas. Até se ama, desde que seja conveniente para a pessoa.

Estou sendo utópico?

Então vamos lá: quantos casamentos você conhece que acabaram por incompatibilidade de genes? Quantos filhos, você ouviu falar nestes últimos dias, que agrediram ou mataram os seus pais? Quantos amigos deixaram de se relacionar por discordância ideológica? Quantas pessoas lhe agrediram por causa da religião? Quantas brigas você participou ou presenciou por causa de conflito de pensamentos?

Poderíamos preencher um livro com situações do cotidiano em que tudo poderia ter sido resolvido de forma mais amena e sábia se o amor estivesse acima de nossas próprias convicções, se aqueles com quem convivemos fossem mais importantes do que aquilo que queremos.

Nunca foi tão urgente falarmos de amor. Não do amor cego e distorcido, muito menos daquele amor poetizado e sem raiz, mas do amor que realmente faz toda a diferença; do amor acolhedor; resiliente; misericordioso; bondoso; eficaz... Do amor que alcança os céus, pois toca o coração de Deus, mas que também abraça as pessoas daqui da terra.

Vamos falar de amor!!!


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12 outubro 2018

CRIANÇAS, ALEGRIA DO MUNDO

Criança é sinônimo de alegria. Onde elas chegam transformam o ambiente, enchem de alegria os lugares por onde passam e possuem uma capacidade surpreendente de conquistar as pessoas.

É bem verdade que alguns carrancudos estão sempre fechados a qualquer manifestação infantil, vivem questionando suas ações e brincando por causa de suas “bagunças”.  

Contudo, essas passoinhas maravilhosas têm a capacidade de colorir nossas vidas, bagunçar nossos esquemas e transformar nosso modo de viver. 
Quando elas chegam somos capazes de abrir mão de projetos que nos separem delas, que impediam nosso relacionamento ou, simplesmente, roubem o tempo que lhes dispensaríamos. 

As crianças são, sem sombras de dúvida, a alegria da família, da comunidade, do mundo... 
Elas são doces, meigas, amorosas, geniosas, pesquisadoras, insistentes, determinadas, crédulas, sinceras.... Faltariam adjetivos para definirmos nossas crianças. Mas, para resumir, são a ALEGRIA DAS NOSSAS VIDAS!!


11 outubro 2018

SEM ESPAÇO PARA INTOLERÂNCIA


Tenho visto muitos discursos acalorados, pessoas inflamadas, em torno da escolha pessoal, intransferível e constitucional em relação a escolha do voto. Uns dizem que crente não vota em um ou no outro, elencam centenas de desculpas, apresentam Fake News, chamam os outros de ignorantes, tem uns que até ameaçam...

Perdoem-me, mas nunca vi uma campanha política tão baixa e mesquinha como a deste ano (e olha que me envolvo com política desde os 12 anos. Nesta época ativista e partidário, embora sem poder me filiar a algum partido por causa da idade, defendendo sempre as cores verde e amarelo da nossa bandeira).

Até um tempo atrás, as discussões ficavam apenas no campo das ideologias de cada partido, mas agora meteram religião, pai, mãe, cachorro, papagaio periquito, sexualidade (tem mulher dizendo que vai dedurar os caras casados com quem já se relacionou e homem fazendo a mesma coisa).

Alguns dizem: "Vou excluir do meu face!".

Então vamos lá. Isto chama-se INTOLERÂNCIA!

Segundo a constituição federal, somos todos livres para votar em quem quisermos. Desta forma, sou tão livre para votar e exercer minha opinião como qualquer outra pessoa deste país. Os que querem trabalhar para o contrário são os verdadeiros INIMIGOS da Constituição. Aliás, eles até dizem que querem MUDAR a constituição.

Aos "faceamigos" que possuem opinião diferente da minha, mas que respeitam minha opinião, assim como eu respeito a deles, sejam bem vindos e que possamos continuar construindo um país DEMOCRÁTICO, para nossos filhos. Aos falsos "faceamigos" que ameaçaram excluir a amizade por causa das diferenças IDEOLÓGICAS, fiquem a vontade para tomar a decisão que lhes aprouver, afinal, vocês só farão isto por causa desta maravilhosa DEMOCRACIA.




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10 outubro 2018

O SOFISMA E SUAS SUTILEZAS


O grande problema daqueles que defendem determinado sofisma é que sua ideia só é verdade enquanto lhe beneficia. Quando as coisas invertem, e tornam-se prejudiciais para quem as defendia, volta a ser uma grande mentira.

Basta olhar a sua volta e verás quantas pessoas defendiam uma posição, ideologia, partido, etc., e mudaram de opinião quando começaram a ser confrontadas pela realizada que tanto defendiam.

Esta é uma realidade humana, somos opositores ou defensores de algo, enquanto estivermos do lado oposto de quem nos ataca. Este sofisma está impregnado em nossas comunidades.

A questão aqui não é pensar diferente. Pois isto é natural. O questionamento é quanto à veracidade da ideia. O problema do sofisma é que ele nunca será a verdade. Quem o defende busca apenas satisfazer suas próprias necessidades.

Cabe a nós termos o senso crítico e buscar o maior nível de conhecimento possível. Somente desta forma estaremos aptos a compreender e identificar as sutilezas por trás de um sofisma.



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09 outubro 2018

CADÊ O MANUAL?


Ninguém nos ensinou a cuidar dos filhos. Por mais que nossos pais tenham nos passado valores primordiais, tenham nos dado uma excelente educação, ensinado a ter caráter e como viver em sociedade, tudo isto não nos prepara para as alegrias e dificuldades na hora da criação das crianças. Antes de qualquer coisa, não estou culpando nossos pais, afinal, eles também não receberam um manual dizendo como nos criar, nossas características, etc.

Quando se fala em criação de filhos, é preciso saber fazer a leitura correta de nossas crianças. É bem verdade que não temos um manual, mas temos inúmeras informações sobre a dinâmica do ser humano, as questões temperamentais e comportamentais, etc.
A criação dos filhos é a missão mais importante na vida do ser humano, para isto é preciso muita dedicação e paciência, pois a cada dia nos deparamos com situações diferentes, cabe a nós buscarmos compreender a dinâmica de nossos filhos e tentar agir da melhor maneira.

Nossa tarefa não é apenas dar casa, comida, roupas e brinquedos. Precisamos agir de maneira sábia, para que nossas crianças se sintam seguras e cresçam em um ambiente onde são motivadas a desenvolver suas habilidades intrínsecas.

Embora não tenhamos um manual, temos informações essenciais para a criação de nossos filhos. A aventura de estar com eles todos os dias é o que nos possibilita conhecê-los e compreender o melhor modo de agir com cada um.  

Para lograrmos êxito em nossa missão, temos que dispensar aos nossos pequeninos muito amor, carinho, respeito e dedicação. Com esta atitude, com certeza, teremos sucesso na árdua missão de criar nossos filhos da melhor maneira.





HOJE É UM BOM DIA!