17 julho 2018

CADA REVELAÇÃO NO SEU TEMPO

Algumas vezes somos indagados a respeito de algumas questões referentes a Palavra de Deus, como se tivéssemos todas as respostas. Mas, infelizmente, a verdade é que não temos. Não possuímos todas as respostas, muitas questões ainda permanecem obscuras aos nossos olhos. Tudo que temos é uma breve noção daquilo que Deus nos revelou. Ainda assim, a maioria ainda permanece incompreensível.

O grande legislador de Israel, Moisés, declarou certa vez que as coisas não reveladas pertencem a Deus. Não adianta querer ficar procurando respostas se o Eterno não se preocupou em revelá-las. Moisés tinha esse entendimento. Mesmo após permanecer quarenta dias na presença de Deus, recebendo revelações profundas e surpreendentes, declarou que ao homem resta saber apenas aquilo que foi revelado pelo Senhor.

É curioso como o homem, desde seus primórdios, sempre teve a curiosidade de saber mais do que lhe é revelado. Esse desejo é tão antigo quanto o primeiro casal. Segundo a história, Eva foi induzida a comer do fruto através da sua curiosidade. A serpente a fez desejar conhecer o bem e o mal. Em outras palavras, ela quis saber mais do que lhe fora revelado. Infelizmente, a curiosidade humana pelo desconhecido, na maioria das vezes, leva o homem à queda.

É importante frisar que a questão discutida nesse texto nada tem a ver com a curiosidade humana que o conduz ao crescimento, mas com o desejo de descobrir os ministérios não revelados de Deus.

Isso é tão importante que Daniel, após grandes visões a respeito do futuro da humanidade, foi orientado a selar tais revelações, pois ainda não era a hora de serem reveladas ao homem.

A descoberta pode ser uma benção, desde que aconteça na ocasião propícia. Caso contrário, trará grandes aflições sobre aqueles que a buscam. Todas às vezes que o desejo pela descoberta quebra princípios eternos, acaba produzindo maldição, levando o infrator a condenação.

Ao observarmos os princípios divinos aprenderemos que, na verdade, cada revelação tem o seu tempo para ser manifesta.

Pense sobre isto!

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14 julho 2018

EXCENTRICIDADES DA MODERNIDADE

Hoje ao ler um dos noticiários me deparei com uma notícia um tanto quanto, digamos, excêntrica, para não dizer um absurdo, claro. 

A chamada dizia que os fãs de determinada selebridade estavam fazendo uma vaquinha para que esta possa se tornar bilionária. Isto mesmo, uma “mísera” vaquinha para torná-la bilionária. Aliás, é importante frisar que não seria uma bilionária comum, mas a mais jovem do mundo. 

Isto nos faz pensar sobre a enorme inversão de valores de uma geração. Se para alguns o importante seria juntar dinheiro para ajudar aqueles que não possuem nada, para outros é mais fácil doar para quem já possui o bastante (ou seria mais que o bastante?).  Para uma geração que se diz tão preocupada com a valorização do indivíduo, engajada em tantas coisas, permitir o  exagero parece meu contraditório.  

Enfim, toda esta campanha em prol dos “necessitados milionários” nos faz repensar muitas coisas. Afinal, diante de tanta inversão de valores, da ganância e ambição humana, o que esperar? 

Resta-nos apenas permanecer no caminho aconselhado por Jesus: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo!”

Pense sobre isto!




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13 julho 2018

SEJA EMPÁTICO!


Já dissemos aqui neste blog, no artigo anterior da impossibilidade dos outros compreenderem, realmente, a dimensão dos sentimentos de outrem. 

Contudo, isto não significa que perdemos a capacidade de tentar compreender o outro. Podemos sim, nos colocarmos no lugar das pessoas e tentar compreender, o máximo possível, quais são os seus verdadeiros sentimentos. 

Aliás, se colocar no lugar de alguém é fundamental quando precisamos tomar determinadas decisões. Tal atitude pode nos levar a tomar decisões mais acertadas, isentas de julgamentos desnecessários ou, até mesmo exagerados. 

Quando decidimos agir baseados na atitude compreensiva de tentar entender os motivos pelo qual o outro agiu de determinada maneira estamos sendo empáticos.

Isto não significa ser conivente com o erro, muito menos buscar uma maneira de acorbertá-los, mas uma decisão voluntária que visa auxiliar uma pessoa em seu momento de dificuldade. 

Segundo o Mestre dos mestres, não temos o chamado para julgar. Nossa missão é amar e ser um canal de Deus para que outros alcancem o alívio tão desejado. 

Pense sobre isto!



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12 julho 2018

VOCÊ NÃO SABE O QUE ESTOU PASSANDO!


VOCÊ NÃO SABE O QUE ESTOU PASSANDO!

Esta é uma das frases mais ouvidas nas conversas diariamente. Normalmente, diante de um questionamento, as pessoas tendem a utilizá-la para justificar alguma atitude ou um período de sofrimento profundo.

Em tese ela é incondicionalmente verdade! Ninguém sabe ao certo o que a outra pessoa está passando com determinados problemas. A dor, os pensamentos que povoam a mente, as circunstâncias em que o outro se encontra é totalmente pessoal e intransferível.

Se o sofrimento fosse transferível muitos assumiriam a aflição do outro apenas para não vê-lo mais sofrer. Aliás, é muito comum encontrar pais dizendo: “se eu pudesse passaria tudo isto pelo meu filho!”. Entretanto, tal prática não é possível, e isto é bom. Deve ser assim, visto que cada um necessita passar pelas experiências pessoais para crescer.

É bem verdade que não podemos mensurar o quanto o outro está sofrendo, mas é possível ter uma ideia, baseado nas experiências pessoais. O que precisa ficar bem entendido é que as semelhanças em determinados problemas não significam igualdade de sentimentos.

Cada indivíduo possui uma maneira singular de receber, sentir e responder as intempéries da vida. Ninguém passa por um problema igual ao outro, pois mais que os problemas sejam idênticos. Sempre haverá a maneira pessoal de ver as circunstâncias.

Cabe a nós respeitar o outro, independente de concordarmos ou não com suas reações e ações diante do problema, da dor e do sofrimento. Nosso compromisso, nesses casos, nada mais é do que apoiar e prestar solidariedade.

Pense sobre isto!

Ah! E quanto à empatia? Bom, isto é outra história que podemos discorrer amanhã, o que acham?



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11 julho 2018

DEUS NO CONTROLE!?


Temos o hábito de declarar todos os dias que Deus está no controle de nossas vidas. Esta frase surge tão natural em nossas conversas que, creio eu, em muitos casos nem sabemos o que realmente estamos falando. Não digo isto com intuito de julgar ou condenar ninguém, mas criando um ambiente propício para nossa autoanálise: Será que realmente fazemos valer tal declaração?

Dizer que Deus está no controle é dar-lhe a primazia sobre todas as nossas escolhas, sejam elas palavras, gestos, olhares, atitudes, etc. É declarar em alto e bom som que somente Ele tem a autonomia para fazer as escolhas em nosso dia a dia.

Desta forma, faço uma nova pergunta, ainda ligada à anterior: Deus tem a autonomia sobre nossas escolhas? Digo isto com temor pessoal enorme, mais uma vez sem querer acusar ninguém e me colocando como o primeiro a fazê-la para minha vida pessoal.

Pensando sinceramente, percebo que na maioria das vezes declaro que Ele tem o controle, mas acabo me deixando seduzir pelas minhas próprias vontades e fazendo tudo do meu jeito. Quantas vezes lhe pedi algo e, antes mesmo de obter qualquer resposta, acabei fazendo da minha maneira.

A verdade é que já perdi a conta de quantas vezes coloquei a “carroça na frente dos bois”, como diziam minhas avós.

E você, quantas vezes já disse que Deus está no controle e tomou as rédeas da situação?

Pense sobre Isto!

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07 julho 2018

O CAMPO DE BATALHA DA MENTE


Todos os dias somos confrontados a desistir de tudo aquilo que Jesus fez por nós. O inimigo lança constantemente pensamentos de derrota e de pecado, com o único objetivo de nos tirar da presença do Rei.

Na maioria das vezes são pensamentos sutis, aparentemente inofensivos, mas que se forem aceitos e alimentados, acabam levando a pessoa ao erro. Essa é uma pequena estratégia, utilizada pelo adversário para desestabilizar o relacionamento com o Pai.

Quando Jesus ensinou aos seus discípulos sobre a importância da vigilância e da oração, uma das coisas que Ele tinha em mente era, justamente, esse tipo de investida do maligno. O Senhor sabia que o maior campo de batalha do homem é em seu pensamento.

Uma pessoa precisa estar vigiando a todo instante, para que não caia nas armadilhas, lançadas constantemente, em sua mente. Caso contrário, será um alvo fácil diante das duras investidas do tentador.

É importante frisar, que em momento algum o inimigo domina a mente da pessoa, pelo contrário, ele apenas sugere que seja tomada determinada atitude, ou que seja dita tal palavra. O indivíduo é quem decide se irá, ou não, fazer aquilo que está pensando.

Outro fator interessante, é que em muitos casos, as pessoas ficam alimentando pensamentos degradantes, como se eles fossem bons. A maioria dos casos de depressão acontece porque o indivíduo nutriu as fantasias que norteavam sua mente.

É de responsabilidade da pessoa, lutar contra os desejos que a atacam todos os dias. Ceder diante das tentações é o mesmo que aceitar a vontade do maligno sobre sua vida.

Jesus nos libertou do império das trevas. Não permita que o inimigo continue controlando sua mente, colocando pensamentos degradantes, além de levá-lo de volta as práticas do pecado. É uma questão de escolha, vigie para que não seja derrotado pelo adversário.

Pense Sobre Isto!


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05 julho 2018

A LINGUAGEM DA GRATIDÃO


Todos passamos por momentos de dificuldade, de tribulação, de perseguição, de contenda, etc. Enquanto estivermos no mundo seremos tentados de alguma forma a desistir ou macular aquilo que Deus fez por nós.

Entretanto, não murmure. A murmuração É a linguagem da derrota. Se você olhar na Bíblia todos os murmuradores fracassaram. Temos inúmeros exemplos de homens e mulheres que perderam grandes oportunidades por causa de um momento de murmuração.

O tempo perdido murando poderia ser utilizado de diversas formas, uma delas seria orando. Já observou que os grandes heróis da Bíblia tinham em como o fato de que ao invés de perder tempo murmurando eles passavam orando e adorando.

Enquanto a linguagem da derrota é a murmuração, a da vitória é a adoração e oração. Quanto mais tempo passamos orando e adorando, mais próximos de Deus chegamos e, consequentemente, mais perto de receber aquilo pelo qual estamos adorando.

A marca de todo murmurador é a ingratidão, ela fica estampada em cada palavra, gesto e olhar. Nada que o outro faça irá agradar um murmurador, que encontrará sempre um motivo para reclamar.

Em contra partida, a gratidão é a marca poderosa que eleva o ser humano e o leva a conquistar sua imagem de credibilidade. Ela é capaz de abrir portas, pois todos desejam estar ao lado de alguém capaz de reconhecer os esforços e trabalho de quem está a sua volta.

Use sua boca para orar. Este é o segredo da vitória!

Pense sobre Isto!


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